Militar y de citas

Review do Livro “God Over All:Divine Aseity and the Challenge of Platonism” de William Lane Craig por Edward Feser, acerca da matemática e e asseidade de Deus, tradução

2020.11.26 18:40 BlindEyeBill724 Review do Livro “God Over All:Divine Aseity and the Challenge of Platonism” de William Lane Craig por Edward Feser, acerca da matemática e e asseidade de Deus, tradução

Review do Livro “God Over All:Divine Aseity and the Challenge of Platonism” de William Lane Craig por Edward Feser, acerca da matemática e e asseidade de Deus, tradução

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A matemática parece descrever um reino de entidades com atributos quase divinos. A série de números naturais é infinita. Que um e um igual a dois e dois e dois igual a quatro não poderia ser de outra forma. Essas verdades matemáticas nunca começam a ser verdadeiras ou deixam de ser verdadeiras; eles se mantêm eternamente e imutavelmente. As linhas, planos e figuras estudados pelo geômetra têm uma espécie de perfeição que falta aos objetos de nossa experiência. Os objetos matemáticos parecem imateriais e conhecidos pela razão pura, e não pelos sentidos. Dada a centralidade da matemática para a explicação científica, parece de alguma forma ser a causa do mundo natural e de sua ordem.
Como pode o reino matemático ser tão aparentemente divino? A resposta tradicional, originada na filosofia neoplatônica e na teologia agostiniana, é que nosso conhecimento do domínio matemático é precisamente o conhecimento, embora incipiente (em gérmen), da mente divina. As verdades matemáticas exibem infinito, necessidade, eternidade, imutabilidade, perfeição e imaterialidade porque são pensamentos de Deus, e têm tal poder explicativo na teorização científica porque são parte do projeto implementado por Deus na criação do mundo. Para alguns pensadores desta tradição, a matemática fornece o ponto de partida para um argumento a favor da existência de Deus como intelecto supremo.
Também há uma resposta muito diferente, em que o domínio matemático é um rival para Deus, em vez de um caminho para ele. De acordo com essa visão, objetos matemáticos como números e figuras geométricas existem não apenas independentemente do mundo material, mas também independentemente de qualquer mente, incluindo a mente divina. Eles ocupam um "terceiro reino" próprio, o reino descrito na famosa Teoria das Formas de Platão. Deus usou este terceiro reino como um projeto ao criar o mundo físico, mas ele não criou o reino em si e ele existe fora dele. Essa posição é geralmente chamada de platonismo, uma vez que é comumente considerada a visão do próprio Platão, diferente daquela de seus seguidores neoplatônicos que realocaram objetos matemáticos e outras Formas na mente divina. (Eu coloco de lado para os propósitos presentes a questão de quão historicamente precisa esta narrativa padrão é.)
Esta visão é o alvo do ataque em “God Over All: Divine Aseity and the Challenge of Platonism”, de William Lane Craig. Para uma coisa existir a se, ou “por si mesma”, tem de ser autoexistente ou não depende de nada fora de si para sua existência. A doutrina da asseidade divina afirma que Deus e somente Deus existe a se ou de uma maneira autoexistente. Tudo o mais existe apenas porque foi criado por ele.
O platonismo está em desacordo com a doutrina da asseidade divina. Pois se os números, figuras geométricas e outros objetos matemáticos são eternos, imutáveis, necessários e também existem em um reino próprio, à parte do mundo natural ou de Deus, então eles também seriam autoexistentes. Eles não teriam necessidade de um criador, mas simplesmente existiriam por sua própria natureza, nem surgindo nem desaparecendo. Na verdade, uma vez que os objetos matemáticos são infinitos em número, seguir-se-ia que apenas uma parte relativamente pequena da realidade (a saber, o mundo material) teria sido criada por Deus.
A questão é premente porque um platonismo que não faz referência a Deus nas últimas décadas ganhou proeminência renovada na filosofia acadêmica secular. A principal motivação é conhecida como o Argumento da Indispensabilidade, associado aos filósofos da Universidade de Harvard W. V. Quine e Hilary Putnam. O argumento sustenta que, se acreditamos na existência das entidades postuladas pela ciência moderna e observamos que a matemática é indispensável à ciência, então somos obrigados a acreditar também nas entidades postuladas pela matemática. Mas a matemática, diz o argumento, faz referência a um reino de objetos abstratos (a expressão “objetos abstratos” sendo preferida pelos filósofos contemporâneos sobre a conversa platônica mais tradicional de “Formas” ou “Idéias”). Consequentemente, a aceitação dos resultados da ciência nos compromete a afirmar a existência de tais objetos abstratos.
Craig pretende refutar esse platonismo revivido e, assim, refutar seu desafio implícito à asseidade divina. Um proeminente filósofo acadêmico e teólogo protestante, ele se especializou em defender as afirmações da teologia cristã tradicional contra as objeções modernas, e é especialmente qualificado para fazê-lo. Um pensador de amplitude e profundidade incomuns, Craig dominou e se envolveu com vastas áreas do pensamento moderno, incluindo os alcances mais técnicos da filosofia analítica contemporânea, a física da relatividade e cosmologia do Big Bang e estudos do Novo Testamento. Na verdade, o trabalho de Craig desempenhou um papel fundamental no meu próprio retorno ao cristianismo depois de uma década como ateu.
No entanto, tenho que discordar dele. Responder com sucesso ao desafio que o platonismo apresenta à asseidade divina exige entender a natureza de Deus, a natureza da matemática e a natureza do relacionamento entre elas. Na minha opinião, a posição de Craig falha em todas as três acusações.
Na filosofia contemporânea, as alternativas ao platonismo que recebem mais atenção são variações da doutrina medieval do nominalismo, que trata os números e outros supostos objetos abstratos como meros nomes ou construções linguísticas, em vez de entidades realmente existentes. Uma versão especialmente influente dessa ideia é o ficcionalismo, que sustenta que a matemática é como uma história inventada, cujos elementos são úteis para a ciência, mas que não é literalmente verdade. É correto dizer que Tony Stark é o Homem de Ferro e que Peter Parker não? Sim, já que é assim que as coisas são nos filmes e nos quadrinhos da Marvel. Mas é claro que essas histórias são fictícias; na realidade, não existe Tony Stark, Peter Parker e Homem de Ferro. Da mesma forma, é correto dizer que dois mais dois são quatro, em vez de cinco. Mas isso também reflete apenas o modo como as coisas são em uma história de ficção - a história da matemática.
Craig discute ficcionalismo em detalhes, juntamente com variações como figuralismo (que considera a linguagem matemática figurativa em vez de literal) e teoria da pretensão (que sustenta que podemos falar de matemática como se fosse verdade, sem nos comprometermos de uma forma ou de outra sobre se ela é). Esses riffs do nominalismo são todos anti-realistas, na medida em que evitam o platonismo ao negar que a matemática certamente descreve a realidade objetiva. E embora Craig não endosse qualquer uma dessas variações específicas com exclusão das outras, ele favorece fortemente a abordagem antirrealista geral como a melhor forma de refutar o desafio platônico à asseidade. Na opinião de Craig, o Argumento da Indispensabilidade mostra, no máximo, apenas que a matemática é uma ficção muito útil para fins científicos, mas não que seja algo mais do que isso.
Agora, Craig expõe com muita habilidade alguns problemas técnicos com a maneira específica como pensadores como Quine desenvolvem o Argumento da Indispensabilidade. Mas os problemas com o anti-realismo são ainda maiores. Um realismo não platônico é mais defensável do que qualquer uma dessas alternativas.
Os anti-realistas têm dificuldade em explicar como as teorias podem funcionar tão bem se não forem realmente verdadeiras. Por exemplo, como a física poderia fazer previsões tão precisas e produzir aplicações tecnológicas tão incríveis se as partículas fundamentais e outras entidades não observáveis ​​postuladas por ela não existem? Como Hilary Putnam disse, o anti-realismo faz esses sucessos parecerem milagres. Da mesma forma, como a matemática poderia contribuir tanto para o sucesso da física se não fosse verdade? Para o ficcionalista, 2 + 2 = 4 não é mais verdadeiro do que 2 + 2 = 5. A diferença é apenas que a ciência considera útil a primeira ficção e não a segunda. Mas por que é mais útil do que o segundo? Se basearmos nosso sistema de justiça criminal na pretensão de que o Homem de Ferro e outros super-heróis existem, logo descobriremos que essa suposição está longe de ser útil. Então, como a matemática pode ser mais útil se for meramente uma ficção no mesmo nível dos filmes e quadrinhos da Marvel?
Craig diz pouco em resposta a este problema, exceto para sugerir que um anti-realista que é um teísta pode explicar a eficácia da matemática dizendo que Deus simplesmente fez com que o mundo operasse de uma forma que reflete a matemática que conhecemos. Mas por que Deus optou por um mundo governado pela matemática que conhecemos em vez de, digamos, por alguma matemática alternativa em que dois mais dois são cinco? É porque não existe tal alternativa, e a matemática que conhecemos é o único tipo possível? Se for esse o caso, então parece que abandonamos o anti-realismo e admitimos que existem, afinal, verdades matemáticas objetivas que nem mesmo Deus pode alterar - exatamente o resultado que Craig pensa ser melhor para o defensor da asseidade divina evitar.
A única alternativa parece ser algum tipo de voluntarismo, segundo o qual não há sentido ou razão para o que Deus quer, nenhum padrão objetivo de verdade ou racionalidade que oriente suas escolhas. Segundo essa visão, as verdades da matemática são tudo o que Deus caprichosamente decidiu que serão. Que dois mais dois são quatro é uma questão de simples decreto ou estipulação. Se Deus tivesse decidido, em vez disso, que dois e dois seriam cinco - ou que dois e dois seriam zero, ou 306, ou qualquer outra coisa - então esse seria o caso.
Craig critica brevemente o voluntarismo no início de seu livro, no contexto da discussão das opiniões de outros filósofos e antes de apresentar suas próprias opiniões. Mas ele nunca explica como sua própria posição pode evitar isso. Na verdade, de Guilherme de Ockham em diante, nominalismo e voluntarismo tenderam a andar juntos. E embora Craig prefira o rótulo de “anti-realismo” ao de “nominalismo”, a substância de suas opiniões parece se aproximar o voluntarismo pelas mesmas razões que o nominalismo. Se não houver nenhum fato objetivo sobre a verdade matemática, mas ela tem sua fonte em Deus, então o capricho divino é tudo o que resta para fundamentá-la.
Um problema com o voluntarismo é que ele viola o que os filósofos chamam de Princípio da Razão Suficiente (ou PSR), segundo o qual, para tudo o que existe, todo evento que ocorre e todo fato positivo que ocorre, há uma razão ou explicação para isso ser assim, e não de outra forma (mesmo que nem sempre saibamos qual é a explicação). Pois se a verdade matemática fosse arbitrária, então não haveria razão para Deus dar ao mundo as características matemáticas que ele possui. Não seria que simplesmente não pudéssemos saber qual era a razão de ser de Deus, mas que simplesmente não havia nenhuma razão de ser. Capricho estaria no cerne da criação.
Mas Craig, em outras obras, defendeu vigorosamente o PSR, e por boas razões. Sem PSR, é difícil articular qualquer argumento para a existência de Deus como a explicação final de por que o mundo existe - e Craig é um defensor proeminente de tais argumentos. Minar inadvertidamente os fundamentos da teologia natural certamente seria um preço muito alto a pagar para refutar o platonismo. Ao abraçar o anti-realismo como uma forma de salvar a asseidade divina - e assim flertar com o voluntarismo e suas consequências irracionalistas - Craig é como o oficial militar que decidiu destruir uma vila para salvá-la.
A abordagem aristotélica da matemática oferece um meio-termo entre o platonismo e o nominalismo. Para o aristotélico, o platônico está correto ao considerar a matemática como uma descrição da realidade objetiva e não como uma mera convenção linguística. A matemática funciona porque é verdadeira e as entidades a que se refere são reais, assim como o Argumento da Indispensabilidade sustenta. Mas o platônico está errado em pensar que essas entidades existem em algum "terceiro reino" exótico. Em vez disso, eles existem apenas nas duas primeiras esferas - no próprio mundo natural e nas mentes que os contemplam. Por exemplo, a triangularidade estudada por geômetras existe em triângulos particulares reais e nas mentes que abstraem esse padrão geral desses casos particulares e consideram suas propriedades isoladas deles. Algo semelhante pode ser dito sobre outras entidades matemáticas, como números.
Essa abordagem tem um pedigree distinto na história da filosofia e, nos últimos anos, foi desenvolvida e defendida pelo filósofo e matemático James Franklin e outros. No entanto, Craig diz muito pouco em resposta a isso. Em uma nota de rodapé, ele cita uma objeção comum no sentido de que é misterioso o que o aristotélico quer dizer ao dizer que um padrão como a triangularidade está “em” coisas particulares. Mas esse uso não é mais misterioso do que outros usos comuns de "dentro". A maneira como uma pessoa está em um clube é muito diferente da maneira como uma colher é na gaveta, e ambos são ainda diferentes da maneira como uma pessoa pode estar em perigo ou como ocorreu a Segunda Guerra Mundial no século XX. Por que é mais misterioso dizer que a triangularidade está em uma prateleira de bilhar ou em uma pirâmide? Como Tomás de Aquino apontaria, a palavra “em” é usada analogicamente. Há algo no modo como uma pessoa está com um porrete ou no modo como a triangularidade em uma pirâmide que é análogo ao modo como uma colher está em uma gaveta, mesmo que não seja exatamente da mesma forma. Não há razão para pensar que o caso do tipo colher na gaveta seja o único em que a palavra “dentro” tem um uso legítimo.
Outra objeção que Craig levanta de passagem é que não está claro como a abordagem aristotélica pode lidar com entidades matemáticas que não podem ser encontradas de maneira plausível em qualquer lugar do mundo físico. Por exemplo, existem triângulos reais no mundo físico, mas e as figuras geométricas que são puramente teóricas e não têm instâncias físicas? Ou números maiores do que qualquer coleção que realmente exista na natureza?
É aqui que o aristotelismo pode ser combinado com a visão agostiniana que descrevi anteriormente. Para o aristotélico, pode-se dizer que entidades matemáticas existem em objetos particulares concretos no mundo físico ou como padrões abstratos na mente (excluindo apenas o "terceiro reino" de Platão). Agora, existem infinitamente muitos números, infinitamente muitas formas geométricas possíveis e assim por diante. Nenhuma mente humana ou coleção de mentes humanas pode contê-los. Mas uma mente infinita e divina poderia. Portanto, para lidar com a infinidade de verdades e entidades matemáticas que não têm instâncias no mundo físico, a abordagem aristotélica da matemática pode ser estendida para incluir a mente de Deus. Na verdade, a mente divina é onde se pode dizer que toda verdade matemática preexistiu, antes de ser incorporada no mundo material após a criação ou abstraída da matéria por mentes humanas finitas.
Observe como essa posição faz justiça ao caráter objetivo, necessário e eterno da verdade matemática sem ameaçar a asseidade divina, porque localiza o domínio matemático precisamente no próprio Deus. Alguém poderia pensar que é a maneira natural e óbvia de refutar o desafio colocado pelo platonismo. Na verdade, Craig não só está bem ciente dessa visão - que ele rotula de conceitualismo divino (uma vez que identifica entidades matemáticas com conceitos no intelecto divino) - mas reconhece que tem sido historicamente a posição dominante na teologia cristã, endossada pelos Padres da Igreja e os Escolásticos. Ele até nos diz que, ao embarcar em seu estudo do desafio apresentado pelo platonismo à asseidade divina, ele esperava que acabaria seguindo a tradição e defendendo o conceitualismo divino. No entanto, ele não o faz. Por que não?
Craig levanta a seguinte objeção. O conceitualismo divino afirma que verdades matemáticas eternas devem ser identificadas com pensamentos divinos. Agora, os pensamentos de Deus são causados ​​ou não. Mas se dissermos que eles são causados, então temos um problema. Pois o fato de Deus ser onisciente envolve, entre outras coisas, ter os pensamentos que ele tem. Portanto, se Deus causa seus pensamentos, ele causa sua onisciência - que, visto que ser onisciente é apenas parte do que é ser Deus, implica que Deus causa a si mesmo. E isso é incoerente. No entanto, se, em vez disso, dissermos que os pensamentos de Deus não têm causa, teremos outro problema. Dado o conceitualismo divino, isso implicaria que as verdades matemáticas - que, novamente, são consideradas eternas e idênticas aos pensamentos divinos - não têm causa. E isso entraria em conflito com a asseidade divina, uma vez que significaria que há coisas distintas de Deus (a saber, os pensamentos em questão) que existem de uma maneira eterna e incriada. A saída para essa bagunça, na visão de Craig, é abandonar o conceitualismo divino em favor do anti-realismo.
Mas o conceitualismo divino não é a fonte desta confusão. A fonte da bagunça é a suposição de que os pensamentos divinos são algo distinto de Deus, que pode ser dito de forma inteligível como existindo à parte dele de uma forma causada ou não. E do ponto de vista do teísmo clássico, isso é simplesmente errado, pois entra em conflito com a doutrina da simplicidade divina. De acordo com essa doutrina, não há partes de nenhum tipo em Deus: nenhuma parte física, e também nenhuma distinção nele entre substância e atributos, entre matéria e forma, entre realidade e potencialidade, entre gênero e differentia, ou entre sua essência e sua existência. Ele é uma unidade tão perfeita quanto pode ser concebida. Consequentemente, não pode haver distinção em Deus entre ele e seus pensamentos.
Craig está bem ciente da doutrina da simplicidade divina, mas a rejeita. Porque ela nega qualquer distinção entre Deus e seus atributos, ele acredita que faz de Deus uma espécie de atributo. Mas isso perde o objetivo da doutrina, que é que Deus transcende a distinção entre substância e atributos. Na verdade, a doutrina não é menos central para a tradição teísta clássica do que a própria asseidade divina, sendo considerada inegociável pelos Padres da Igreja, por Escolásticos como Anselmo e Tomás de Aquino, por pensadores protestantes como Lutero e Calvino, e pelos concílios católicos ecumênicos de Latrão IV e Vaticano I.
A simplicidade divina tem sido tradicionalmente considerada um concomitante necessário da asseidade divina. Qualquer coisa que seja de alguma forma composta de partes pode existir apenas se algo fizer com que essas partes sejam combinadas. Se Deus não fosse simples, ele precisaria de uma causa - nesse caso, ele não existiria por si mesmo, ao contrário da asseidade divina. Se Craig pensa o contrário, ele nos deve mais do que um tratamento superficial do assunto. Para ele, dedicar um livro à defesa da asseidade divina e, ao mesmo tempo, dar tão pouca atenção à simplicidade divina é como escrever um livro sobre a Segunda Guerra Mundial que dedica apenas alguns parágrafos ao teatro europeu.
Tendo dito isso, estamos em dívida com Craig por trazer de volta à nossa atenção questões teológicas que são fundamentais, mas negligenciadas, e por abordá-las no nível filosófico mais profundo. Temos a certeza de aprender com uma mente tão boa quanto a de Craig, e aprender com seus erros, não menos do que com seus muitos insights.
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2020.11.04 09:15 kong-dao El camino del Zen (Alan Watts) (1957)

Para nosotros el conocimiento humano es lo que un taoísta llamaría conocimiento convencional (...) Semejante conocimiento se llama convencional porque es cosa de acuerdo social acerca de los códigos de comunicación (...) valoración de los actos y las cosas. Así, la tarea de la educación consiste en hacer que los niños se tornen capaces de vivir en una sociedad persuadiéndolos a aprender y a aceptar sus códigos: las reglas y convenciones de comunicación por las cuales la sociedad se mantiene unida. Cuando nos volvemos hacia la antigua sociedad china encontramos dos tradiciones «filosóficas» que desempeñan papeles complementarios: el Confucianismo y el Taoísmo. En general, el primero se ocupa de las convenciones lingüísticas, éticas, jurídicas y rituales que proporcionan a la sociedad un sistema de comunicación. En otras palabras, el Confucianismo se preocupa del lenguaje convencional y bajo sus auspicios se educa a los niños de modo que sus naturalezas originalmente díscolas y caprichosas se ven obligadas a ajustarse al lecho procústeo del orden social. El individuo se define a sí mismo y a su puesto en la sociedad según fórmulas confucianas. (...) el Taoísmo se interesa por el conocimiento no convencional, por comprender la vida directamente, en lugar de prestar atención a los términos lineales y abstractos del pensamiento representativo. En ciertas naturalezas el conflicto entre la convención social y la espontaneidad reprimida es tan violento que se manifiesta en crímenes, demencias y neurosis que son el precio que pagamos por los beneficios del orden, que nadie pone en duda. Tanto en el pensamiento taoísta como confucianista es fundamental confiar en el hombre natural, y desde el punto de vista de esas escuelas la desconfianza occidental en la naturaleza humana —por razones teológicas o tecnológicas— parece ser una especie de esquizofrenia.

según tanto el Taoísmo como el Zen, el centro de la actividad de la mente no reside en el proceso del pensar consciente, en el ego. Cuando un hombre ha aprendido a dejar quieta su mente de modo que funcione de la manera integral y espontánea que le es natural, comienza a mostrar esa especial «virtud» o «poder» llamado te (Nota propia: Virtud) (...) Te es, además, la virtud espontánea y sin afectación que no puede ser cultivada o imitada por ningún método deliberado (...) te es el ingenio impensable, el poder creador de las funciones espontáneas y naturales del hombre, poder que queda bloqueado cuando tratamos de dominarlo mediante métodos y técnicas formales.

Razonable, humanista, nada fanático, el Confucianismo es uno de los sistemas de convención social más viables que el mundo haya conocido.

Los hombres razonables —es decir, los que se comportan como verdaderos seres humanos— serán siempre capaces de llegar a un compromiso, pero los hombres que se han deshumanizado convirtiéndose en ciegos adoradores de una idea o de un ideal son fanáticos cuya devoción por las abstracciones los convierte en enemigos de la vida.

Nada en el universo puede existir por sí mismo —ninguna cosa, ningún hecho, ningún ser, ningún suceso— y por esta razón es absurdo separar algo como ideal que alcanzar, pues lo apartado existe sólo en relación a su opuesto, ya que lo que es se define por lo que no es: el placer se define por el dolor, la vida por la muerte y el movimiento por el reposo.

Desde cierto punto de vista la misma relatividad existe entre nirvana y samsara, bodhi (despertar) y klesa (contaminación). Es decir, la búsqueda del nirvana implica la existencia y el problema del samsara, y la búsqueda del despertar implica que estamos contaminados por un estado ilusorio. Para decirlo de otro modo: tan pronto como se convierte al nirvana en objeto de deseo, se torna elemento de samsara. El verdadero nirvana no puede ser deseado porque no puede ser concebido. Pero la ecuación «nirvana es samsara» es verdadera también en otro sentido, pues lo que nos parece ser samsara es realmente nirvana, y lo que nos parece ser el mundo de la forma (rupa) es realmente el vacío (sunya). Con todo, el Mahayana tiene otro término para designar la realidad, que es quizá mejor que sunya, el vacío. Tal es la palabra tathata, que podemos traducir como «ser tal», «ser así» o «ser eso». La palabra sánscrita tat (de donde viene la voz inglesa that, «eso») probablemente se basa en los primeros esfuerzos del niño que comienza a hablar y señala algo diciendo «Ta» o «Da». (Lo que induce a los padres de habla inglesa a creer que el niño los llama por su nombre: «Dada» o «Daddy»). Pero acaso el niño sólo expresa su reconocimiento de la existencia del mundo y dice: «¡Eso!». Cuando no decimos más que «Eso». o «Así» señalamos el reino de la experiencia no verbal, a la realidad tal como la percibimos directamente, porque tratamos de indicar lo que vemos o sentimos más bien que lo que pensamos o decimos. Tathata, por tanto, indica el mundo tal como es, sin cubiertas ni divisiones de símbolos y definiciones del pensamiento. (...) Tathagata es el verdadero estado de un Buddha y de todos los seres en general, también se dice que es nuestra verdadera y original naturaleza, y, por tanto, nuestra «naturaleza búdica».

Una de las doctrinas cardinales del Mahayana sostiene que todos los seres están dotados de naturaleza búdica, y que por ende tienen la posibilidad de convertirse en Buddhas. Debido a que la naturaleza búdica es idéntica a tathata, el término Buddha se emplea a menudo para designar la realidad misma y no sólo la del hombre que ha despertado. Así ocurre que en el Mahayana a menudo se considera que un Buddha es una personificación de la realidad, y constituye la base de esos cultos populares en los cuales los Buddhas parecen ser personificados como dioses.

(...) la escuela Sukhavati o de la Tierra Pura, que sostiene que todos los esfuerzos por llegar a ser Buddha no son más que el falso orgullo del ego. (...) Hasta Nagarjuna sentía simpatía por esta doctrina, porque evidentemente es una manera popular y más gráfica de decir que puesto que nuestra propia naturaleza es ya la naturaleza búdica, no tenemos nada que hacer para convertirla en ella. Por el contrario, tratar de convertirse en Buddha es negar que uno ya lo es, y únicamente sobre esta base podemos alcanzar el conocimiento búdico.

El Budismo de la Tierra Pura es evidentemente un fruto de la doctrina bodhisattva, según la cual la tarea propia del hombre liberado es liberar a todos los demás seres mediante upaya o los «medios hábiles». Mediante prajna o la sabiduría intuitiva percibe el interior de la naturaleza de la realidad, lo cual a su vez despierta karuna o compasión por todos los que aún están encadenados por la ignorancia. (...) prajna consiste en ver que «la forma es vacío», karuna consiste en ver que «el vacío es forma». Debido a karuna el Budismo mahayana se convirtió en la principal inspiración del arte chino durante las dinastías Sung y Yuan, arte que acentuaba las formas naturales más bien que los símbolos religiosos.

En este nivel se ve a cada «cosa-suceso» como determinada y engendrada por sí misma, es decir, como espontánea, porque ser muy naturalmente lo que es, ser tatha —justamente «así»—, es estar libre y sin obstrucción.

Los comentaristas chinos desarrollaron una cuádruple clasificación del Dharmadhatu que cobró gran importancia para el Zen en los últimos años de la dinastía T’ang. Esa clasificación de los «Cuatro reinos de Dharma» b era así: Shih c, las «cosas-sucesos» únicas, individuales, de que está compuesto el universo. Li d, el «principio» o realidad última en la que se basa la multiplicidad de las cosas. Li shi wu ai e, «no hay obstrucción entre el principio y la cosa», es decir, que no hay incompatibilidad entre nirvana y samsara, el vacío y la forma. Alcanzar uno no implica aniquilar el otro. Shih shih wu ai f, «entre cosa y cosa no hay obstrucción», es decir, que cada «cosa-suceso» implica todas las demás, y que la intuición más alta consiste simplemente en percibirlas en su natural «ser tales».

La base de la doctrina dharmadhatu («reino de Dharma»), que encontramos en el enorme Avatamsaka Sutra, es la percepción de que cada forma singular, tal como es, es el vacío, y que, además, la peculiaridad de cada forma surge del hecho de que existe en relación con todas las demás formas.

La doctrina dharmadhatu dice aproximadamente que la adecuada armonía del universo se realiza cuando a cada «cosa-suceso» se le permite ser libre y espontáneamente lo que ella misma es, sin interferencias.

Una manera simplificada y algo tosca de expresar la diferencia sería decir que los idealistas occidentales comenzaron a filosofar partiendo de un mundo compuesto de mente (o espíritu), forma y materia, mientras que los budistas comenzaron a filosofar a partir de un mundo de mente y forma (...) En consecuencia no contienen ninguna dualidad, porque la dualidad surge solamente cuando clasificamos, cuando distribuimos nuestras experiencias en cajas mentales, pues toda caja tiene un interior y un exterior. (...) Desde el punto de vista lógico la proposición «Todo es mente» no dice más que la que afirma que todo es todo. Porque si no hay nada que no sea mente, esta palabra no pertenece a ninguna clase y carece de límites, es decir, no se la puede definir. Con el mismo derecho podríamos decir ¡Bah!, y esto es casi exactamente lo que hace el Budismo al utilizar la palabra sin sentido tathata. La función de estos términos sin sentido es llamar la atención sobre el hecho de que la lógica y el sentido, con su inherente dualidad, son propiedades del pensamiento y del lenguaje pero no del mundo real. El mundo concreto, no verbal, no contiene clases ni símbolos que signifiquen o quieran decir otra cosa que sí mismos.

Todo lo que está unido por la necesidad causal pertenece al mundo de maya, y no está más allá de él. Para decirlo figurativamente: la ilusión cósmica procede del Gran Vacío sin razón ni finalidad alguna, y sólo porque no hay necesidad de que así ocurra. Pues la «actividad» del Vacío es lúdica (vikridita) porque no es acción (karma) motivada. (...) El yoga budista consiste, por tanto, en invertir el proceso, en aquietar la actividad discriminadora de la mente, y en dejar que las categorías de maya vuelvan a estar en potencia de modo que el mundo pueda ser visto en su «ser tal» no clasificado (...) que la proyección resurja, habiéndose identificado conscientemente con el carácter lúdico y ateleológico del Vacío.

Tampoco es peculiar del Zen el hecho de «no tener nada que decir», el hacer hincapié en que la verdad no puede expresarse en palabras, porque eso mismo es lo que enseña el Madhyamika y también Lao-tzu. Quienes saben no hablan; quienes hablan no saben.

(...) parecería que para el Zen no fuera necesaria la práctica de la meditación formal. Tampoco es peculiar del Zen el hecho de «no tener nada que decir», el hacer hincapié en que la verdad no puede expresarse en palabras, porque eso mismo es lo que enseña el Madhyamika y también Lao-tzu. Quienes saben no hablan; quienes hablan no saben (...) La creación del Zen puede explicarse suficientemente por el contacto de taoístas y confucianistas con los principios fundamentales del Budismo mahayana (...) Esto ocurrió gracias a la obra del gran monje y erudito indio Kumarajiva, que tradujo las sutras en Ku-tsang y Ch’ang-an entre los años 384 y 413, cuando uno de sus más destacados discípulos era el joven monje Seng-chao (384-414), que había comenzado como copista de los textos confucianos y taoístas.

El acento que ponía el Confucianismo sobre la importancia de la vida familiar no simpatizaba fácilmente con un Budismo de tipo rigurosamente monástico. Aunque los maestros budistas chinos eran generalmente monjes, tenían gran número de estudiantes avanzados seglares, y el Zen en particular siempre ha dado gran importancia a la expresión del Budismo en términos formalmente seglares: en artes de todo tipo, en trabajos manuales, y en la apreciación del universo natural. Tanto los confucianos como los taoístas estarían muy de acuerdo con la idea de un despertar que no implicara el exterminio de las pasiones humanas, expresión que también puede utilizarse para traducir el término klesa. Ya hemos observado que estas dos filosofías profesaban una peculiar confianza en la naturaleza humana. Sin embargo, no exterminar las pasiones no significa permitirles florecer indómitas. Significa abandonarlas más bien que luchar contra ellas, sin reprimirlas ni complacerse en ellas. El taoísta no es nunca violento, pues alcanza sus fines por medio de la no interferencia (wu-wei)

Los escritos de Seng-chao, así como su comentario al Vimalakirti Sutra, están llenos de citas y frases taoístas, pues parece que seguía el ejemplo de monjes menos importantes aunque más antiguos, como Hui-yüan (334-416) y Tao-an (312-385) al utilizar la «extensión de la idea» (ko-i c) para explicar el Budismo mediante paralelos taoístas.

Seng-chao trató también la aparente paradoja de que prajna es una especie de ignorancia. Como la realidad última carece de cualidades y no es una cosa, no puede convertirse en objeto de conocimiento. Por tanto prajna, la visión directa, conoce la verdad mediante el no saber. Este es uno de los principales eslabones entre el Taoísmo y Zen, pues el estilo y la terminología del Libro de Chao es completamente taoísta, aunque el tema es budista. Los dichos de los primeros maestros zen, tales como Hui-neng, Shen-hui, y Huang-po, abundan en estas mismas ideas: que conocer verdaderamente es no conocer, que la mente despierta responde de inmediato, sin calcular, y que no hay incompatibilidad entre el conocimiento búdico y la vida del mundo cotidiano.

Aún más próximo al punto de vista del Zen estaba Taosheng (360-434), compañero de estudios de Seng-chao, que fue el primer e inequívoco expositor de la teoría del despertar instantáneo.Si al nirvana no se lo puede hallar aferrándose, no puede hablarse siquiera de aproximarse a él gradualmente, por el lento proceso de acumular conocimientos. Hay que tomar conciencia de él mediante un solo relámpago intuitivo, que se llama tun wu o, en japonés, satori, que es el término zen corriente para designar el súbito despertar.

Ling-yün[53] al tratar la doctrina de Tao-sheng llega a sugerir que el despertar instantáneo es más apropiado a la mentalidad china que a la de la India, y habla en favor de la calificación de Suzuki que dijo que el Zen era una revolución china contra el Budismo indio.

Vuelve a ser mencionada más de un siglo después en una obra de Hui-yüan (523592), que asimismo la relaciona con el maestro Hui-tan, que vivió hasta aproximadamente 627.

Una de las razones para sospechar de la historia de Bodhidharma es que el Zen es tan chino por su estilo que parece improbable que tenga origen indio. Sin embargo, el muy taoísta Seng-chao fue discípulo de Kumarajiva, copio lo fue Tao-sheng, y los escritos atribuidos a Bodhidharma y a sus sucesores hasta Hui-neng (638-713) muestran la clara transición de una concepción india a una concepción china de dhyana (...) La ausencia de toda huella de una Escuela dhyana en la literatura budista india, o de Bodhidharma en relación con ella, se debe quizá al hecho de que nunca hubo una Escuela dhyana o zen ni siquiera en China hasta unos doscientos años después de la época de Bodhidharma.

Hui-neng (637-713), cuya vida y enseñanzas marcan el comienzo definitivo de un verdadero Zen chino, del Zen tal como floreció durante lo que luego se denominó «la época de la actividad zen», que abarca los últimos dos siglos de la dinastía T’ang, desde cerca del 700 al 906.

Si se toman literalmente, muchos textos budistas y taoístas confirmarán esta opinión de que el supremo estado de conciencia es una conciencia vacía de todo contenido, de toda clase de ideas, sentimientos y aun sensaciones(...) Evidentemente esto es la filosofía taoísta de la naturalidad, según la cual una persona no es genuinamente libre, desapegada, o pura, cuando su estado de ánimo resulta de una disciplina artificial.

Si al interrogarte al interrogarte alguien pregunta por el ser contéstale con el no ser. Si pregunta por el no ser contéstale con el ser. Si pregunta por el hombre corriente contesta hablándole del sabio. Si pregunta por el sabio contesta hablándole del hombre corriente. Con este método de opuestos en relación recíproca se produce la comprensión del Camino Intermedio. A cada pregunta que te haga contesta hablándole de su opuesto.

Ma-tsu tuvo otro notable discípulo en Po-chang (720-814), que se dice había organizado la primera comunidad de monjes puramente zen, y establecido sus reglas basándose en el principio de que «día sin trabajo, día sin comida». Desde entonces las comunidades zen se caracterizan por la importancia que conceden al trabajo manual y a cierto grado de autarquía económica.

Cuando el cuerpo y la mente logran la espontaneidad, se llega al Tao y se comprende la mente universal.

En 845 el emperador taoísta Wu-tsung persiguió al Budismo durante breve tiempo pero con energía. Templos y monasterios fueron destruidos, sus tierras confiscadas, y los monjes obligados a volver a la vida laica. Afortunadamente su entusiasmo por la alquimia taoísta pronto lo absorbió en experimentos con el «Elixir de la Inmortalidad» que, después de probarlo, le produjo la muerte.

El monje T’ien-t’ai, en japonés llamado Eisai (1141-1215), que estableció monasterios en Kioto y Kamakura bajo patronato imperial, introdujo en Japón en 1190 la Escuela rinzai del Zen. La Escuela soto fue introducida en 1227 por el extraordinario genio de Dogen (1200-1253), que estableció el gran monasterio de Eiheiji, rehusando, sin embargo, aceptar favores imperiales. Hay que observar que el Zen llegó al Japón poco después de iniciarse la era Kamakura, cuando el dictador militar Yoritomo y sus samurai arrebataron el poder que estaba en manos de la nobleza decadente. Esta coincidencia histórica proporcionó a la clase militar de los samurai un tipo de Budismo que les resultaba muy atractivo por sus cualidades prácticas y terrenales, y también por su modalidad sencilla y directa. Así surgió la peculiar forma de vida llamada bushido, el Tao del guerrero, que consiste esencialmente en la aplicación del Zen a las artes de la guerra (...) La asociación de la doctrina pacifista del Buddha con las artes militares siempre ha sido un enigma para los budistas de las demás escuelas. Parece implicar un completo divorcio entre el despertar y la moralidad. Pero hay que hacer comprender que, en su esencia, la experiencia budista consiste en liberarse de toda clase de convenciones, inclusive de las convenciones morales. Por otra parte, el Budismo no es una rebelión contra la convención. En sociedades en las que la casta militar es parte integrante de la estructura convencional y se acepta el papel del guerrero como una necesidad, el Budismo hará posible que el guerrero cumpla su papel como budista. No menos enigmático debería ser para un cristiano pacifista el culto medieval de la caballería. (...) La contribución del Zen a la cultura japonesa no se limita de ningún modo al bushido. Ha ingresado en casi todos los aspectos de la vida del pueblo: en su arquitectura, poesía, pintura, jardinería, juegos atléticos, oficios y profesiones; ha penetrado en el habla y el pensamiento cotidianos de la gente más ordinaria.

Aun en el Zen japonés encontramos a veces una práctica zen que no concede especial importancia a za-zen, sino que más bien subraya la utilización de nuestro trabajo habitual como medio de meditación. Este fue sin duda el caso de Bankei[93], y en este principio se basa la aplicación corriente de artes tales como «la ceremonia del té», el tocar la flauta, el dibujo a pincel, la ballestería, la esgrima y el ju-jutsu como métodos de practicar el Zen.

Elegir es absurdo porque no hay elección. Por consiguiente, a la mentalidad dualista le parecerá que el punto de vista del Zen es el del fatalismo que se opone al de la libre elección (...) Pero este punto de vista no es fatalista. No (...) Someterse al destino implica la existencia de alguien que se somete, alguien que es inerme títere de las circunstancias; mas para el Zen no hay tal persona. Considera que la dualidad de sujeto y objeto, del cognoscente y de lo conocido es tan relativa, recíproca y separable como cualquier otra (...) La experiencia humana está determinada tanto por la naturaleza de la mente y la estructura de sus sentidos como por los objetos externos cuya presencia la mente revela. Los hombres se creen víctimas o títeres de su experiencia porque se separan a «sí mismos» de sus mentes, pensando que la naturaleza del compuesto mente-cuerpo es algo que involuntariamente «ellos» han recibido desde fuera (...) Piensan que no pidieron nacer, que no pidieron se les «diera» un organismo sensorial para sufrir las alternativas del placer y del dolor. Pero el Zen nos pide que encontremos «quién» es el que «tiene» esta mente, y «quién» fue el que no pidió nacer antes que nuestros padres nos concibieran. Entonces resulta que todo el sentimiento de aislamiento subjetivo, de ser alguien a quien le ha sido «dada» una mente y a quien le ocurren experiencias es una ilusión producida por un error.

Nuestro problema surge del hecho de que el poder del pensamiento nos permite construir símbolos de cosas separados de las cosas mismas. Así, podemos hacer un símbolo, una idea de nosotros mismos aparte de nosotros mismos. Como la idea es mucho más comprensible que la realidad, y el símbolo mucho más estable que el hecho, aprendemos a identificarnos con nuestra idea de nosotros mismos. De aquí nace el sentimiento subjetivo de un «yo» que «tiene» una mente, de un sujeto interiormente aislado a quien le ocurren involuntariamente las experiencias. (...) Cuando ya no nos identificamos con la idea de nosotros mismos, toda la relación entre el sujeto y el objeto, el cognoscente y lo conocido, sufre un cambio repentino y revolucionario. Se convierte en una relación real, una reciprocidad en la que el sujeto crea al objeto tanto como el objeto crea al sujeto. Con su característico acento en lo concreto, el Zen señala que nuestro precioso «yo» no es más que una idea, útil y legítima si se la toma por lo que es, pero desastrosa si se la identifica con nuestra naturaleza real.

Tenemos la impresión de que nuestros actos son voluntarios cuando vienen después de una decisión, e involuntarios cuando ocurren sin decisión (...) Decidimos sin tener la más mínima idea de cómo lo hacemos. En realidad, la decisión no es ni voluntaria ni involuntaria. «Tener la sensación» de esta relatividad es sufrir otra extraordinaria transformación de nuestra experiencia en conjunto, lo cual puede describirse de dos maneras. Tengo la sensación de que estoy decidiendo todo cuanto ocurre, o, por el contrario, siento que todo, inclusive mis decisiones, ocurre espontáneamente.

La convención social estimula la fijeza de la idea porque la utilidad misma de los símbolos depende de su estabilidad. Por tanto, la convención lo alienta a asociar su idea de sí mismo con papeles simbólicos y estereotipados, igualmente abstractos, puesto que así podrá formarse una idea de sí mismo bien definida e inteligible. Pero en la medida en que se identifica con la idea fija, se da cuenta de que la «vida» es algo que corre a su lado y lo deja atrás, cada vez más rápidamente a medida que se hace más viejo, a medida que su idea se hace más rígida, más cargada de recuerdos. Mientras más trata de apresar el mundo, más lo siente como un proceso en movimiento.

No hace mucho la duración probable de la vida de un hombre corriente era cuarenta y cinco años. Hoy es de sesenta y cinco a setenta años, pero subjetivamente los años pasan más rápido, y la muerte, cuando llega, llega siempre demasiado pronto. (...) Por el contrario, medir el valor y el éxito en base al tiempo, y pedir con insistencia seguridades de un futuro promisorio, hacen imposible vivir libremente en el presente y en el futuro «promisorio» cuando este llega. Pues nunca hay otra cosa que el presente, y si no podemos vivir en él no podemos vivir en ninguna parte.

Tanto en la vida como en el arte las culturas del Lejano Oriente aprecian más que nada la espontaneidad o naturalidad (tzu-jan). (...) La ilusión de la división proviene de que la mente intenta ser a la vez mente e idea de la mente, debido a una fatal confusión entre hecho y símbolo. Para poner fin a la ilusión, la mente tiene que tratar de actuar sobre sí misma, sobre su corriente de experiencias, desde el punto de vista de la idea de sí misma que llamamos el ego. Esto se expresa en otro poema zenrin de la siguiente manera: Quietamente sentado, sin hacer nada, llega la primavera y crece la hierba sola.

En su acentuación de la naturalidad, el Zen es evidentemente el heredero del Taoísmo, y su concepción de la acción espontánea como «maravillosa actividad» (miao-yung d) es precisamente lo que los taoístas querían expresar con la palabra te: «virtud», que connota poder mágico (...) La cualidad «mágica» o «maravillosa» de la acción espontánea consiste, por el contrario, en ser perfectamente humana, y sin embargo no muestra signos de haber sido planeada.

El abad Kwaisen y sus monjes se dejaron quemar vivos por los soldados de Oda Nobunaga, tranquilamente sentados en la postura de la meditación.

es propio de la mente humana ponerse a la vera de la vida, por así decirlo, y reflexionar sobre ella, ser consciente de su propia existencia, y criticar sus propios procesos (...) Porque la mente tiene algo parecido a un sistema de «retroacción» (feed-back), término que se emplea en la ingeniería de las comunicaciones para designar uno de los principios fundamentales de la «automatización» que permite a las máquinas controlarse a sí mismas. La retroacción permite que una máquina conozca los efectos de su propia acción de tal modo que pueda corregirla. (...) El ajuste adecuado de un sistema de retroacción constituye siempre un complejo mecanismo psicológico (...) cuando los seres humanos piensan demasiado cuidadosa y minuciosamente acerca de los actos que realizar no pueden decidirse a tiempo para actuar. En otras palabras, no podemos corregir indefinidamente nuestros medios de autocorrección. (...) Todo sistema de retroacción tiene un margen de retraso o de error (...) efecto, cuando un ser humano es tan autoconsciente, tan autocontrolado que no puede «abandonarse», tiembla y oscila entre opuestos. Esto es precisamente lo que el Zen quiere decir cuando habla de seguir dando vueltas en la «rueda del nacer y el morir», pues el samsara budista es el prototipo de los círculos viciosos Ahora bien, la vida humana consiste primordial y originalmente en la acción: en vivir en el mundo concreto del «ser tal». Pero tenemos el poder de controlar la acción mediante la reflexión, es decir, por medio del pensamiento, comparando el mundo actual con recuerdos o «reflexiones». Los recuerdos se organizan a partir de imágenes más o menos abstractas: palabras, signos, formas simplificadas, y otros símbolos a los que podemos pasar rápida revista. Con esos recuerdos, reflexiones y símbolos la mente construye su idea de sí misma. (...) El compuesto de mente y cuerpo por supuesto tiene que confiar en esa información a fin de actuar, porque si tratamos de recordar y hemos recordado todo exactamente sobreviene la parálisis.

Pero a fin de poder seguir suministrando informes a la memoria, el compuesto de mente y cuerpo tiene que continuar actuando «por sí mismo», sin aferrarse demasiado a sus propios registros. Tiene que haber un cierto retraso o distancia entre la fuente de información y la fuente de acción. Esto no significa que la fuente de acción tenga que titubear antes de aceptar la información. (...) La identificación de la mente con su propia imagen es, por tanto, paralizante, porque la imagen queda fija: es algo pasado y concluido (...) Aferrarse a ella es, pues, estar en constante contradicción y conflicto (...) En otras palabras, la mente no puede actuar sin renunciar al imposible intento de controlarse a sí misma más allá de cierto punto. Tiene que abandonarse a sí misma, tanto en el sentido de confiar en su propia memoria y reflexión como en el de actuar espontáneamente, por sí misma, hacia lo desconocido. Por esta razón el Zen parece tomar partido a favor de la acción en contra de la reflexión, y se llama a sí mismo «sin mente» (wu-hsin) o «sin pensamiento» (wu-nien), y sus maestros demuestran el Zen dando a las preguntas respuestas instantáneas e impremeditadas.

Cuando un monje pregunta: «¿Qué es el Buddha?», el maestro quizá levanta el puño. Cuando le preguntan: «¿Cuál es la idea última del Budismo?», acaso exclama antes que se haya acabado de formular la interrogación: «Una rama florida del ciruelo», o «El ciprés que está en el patio». Lo importante es que la mente que responde no se «detiene» en ningún punto sino que contesta directamente sin pensar para nada en la propiedad de la respuesta. Esto es permitir que la mente actúe por sí misma. Pero la reflexión también es acción (...) En otras palabras, si vamos a reflexionar, reflexionemos simplemente sin reflexionar sobre la reflexión.Sin embargo, el Zen admitirá que la reflexión sobre la reflexión es también acción, siempre que hagamos justamente eso y no tendamos a deslizarnos en una infinita regresión de tratar siempre de estar por encima o fuera del nivel en que actuamos. De este modo el Zen constituye una liberación del dualismo del pensamiento y la acción, porque piensa como actúa: con la misma cualidad de abandono, entrega o fe. La actitud de wu-hsin no es de ningún modo una exclusión antiintelectualista del pensamiento. Wu-hsin es acción en cualquier nivel, físico o psíquico, que no trata al mismo tiempo de observar y controlar la acción desde fuera. Este intento de actuar y pensar en la acción simultáneamente es precisamente la identificación de la mente con su idea de sí misma. Implica la misma contradicción que el juicio que afirma algo acerca de sí mismo: «Este juicio es falso» Confiando en nuestros recuerdos o confiando en que nuestra mente actúe por sí misma, se llega a lo mismo: en última instancia tenemos que actuar y pensar, vivir y morir, desde una fuente que está más allá de todo «nuestro» conocimiento y control. Pero esta fuente somos nosotros mismos, y cuando comprendemos que es así ya no nos enfrenta como un objeto amenazante. Por más cuidado y titubeo que tengamos, por mucha que sea la introspección y la averiguación de los motivos, finalmente no habrá ninguna diferencia en el hecho de que la mente es

Para la mentalidad taoísta una vida vacía y sin finalidad no sugiere nada deprimente (...) Los filósofos no reconocen fácilmente que hay un punto en el cual el pensamiento, como todo proceso, debe detenerse. (...) Esto quiere decir simplemente que el Zen se halla más allá del punto de vista ético, cuyas sanciones hay que buscar no en la realidad misma, sino en el mutuo acuerdo de los seres humanos. Cuando intentamos universalizarlo o absolutilizarlo, el punto de vista ético torna imposible la existencia, porque no podemos vivir un solo día sin destruir la vida de alguna otra criatura (...) En la cultura del Lejano Oriente los problemas de las relaciones humanas pertenecen a la esfera del Confucianismo más bien que a la del Zen, pero desde la dinastía Sung (959-1278) el Zen ha fomentado continuamente al Confucianismo y fue el principal promotor de la introducción de sus principios en el Japón. Los partidarios del Zen comprendieron la importancia de los principios confucianos para crear un tipo de matriz cultural donde el Zen podía florecer sin entrar en conflicto con el orden social, porque la ética confuciana es declaradamente humana y relativa, no divina y absoluta.

El pensamiento consciente también se basa en todo su sistema de funciones espontáneas, por cuya razón no hay en realidad otra alternativa que confiar enteramente en su funcionamiento. Nosotros mismos somos su funcionamiento.

Cuando es hora de vestirse, ponte la ropa. Cuando debes caminar, camina. Cuando tienes que sentarte, siéntate. No tengas en tu mente ni un solo pensamiento acerca de buscar el conocimiento búdico. …Hablas de estar perfectamente disciplinado en tus seis sentidos y en todos tus actos, pero en mi opinión todo eso es producir karma. Buscar (la naturaleza del) Buddha y buscar el Dharma es al mismo tiempo producir el karma que conduce a los infiernos. Buscar (ser) Bodhisattvas es también producir karma, y lo mismo estudiar los sutras y los comentarios. Los Buddhas y los Patriarcas son gente sin esos artificios… Por todas partes se dice que hay un Tao que debe ser cultivado y un Dharma que hay que realizar. ¿Cuál es el Dharma que dices que debe ser cultivado y cuál el Tao que hay que cultivar? ¿Qué te falta en la forma en que estás funcionando ahora? ¿Qué vas a añadir a donde estás?

La importancia de za-zen se hace patente cuando recordamos que Zen es ver la realidad directamente, en su «ser así». Para ver el mundo tal como es concretamente, no dividido por categorías y abstracciones, hay que mirarlo con una mente que no piensa acerca de él, es decir, que no forja símbolos.

Los maestros zen son muy humanos. Se enferman y mueren; conocen alegrías y tristezas; tienen rabietas y otras pequeñas «debilidades» del carácter como cualquier otro, y no están libres de enamorarse y tener una relación plenamente humana con el sexo opuesto. La perfección del Zen consiste en ser perfecta y simplemente humano.

El Taoísmo, el Confucianismo y el Zen expresan una mentalidad que se encuentra en este universo como en su casa, y que considera al hombre como parte integrante de su ambiente.

La mentalidad taoísta no hace ni fuerza nada sino que «cultiva» o «deja crecer» todo.

Aunque pudiera parecer que las artes del Zen se limitan a las expresiones más refinadas de la cultura, debe recordarse que en el Japón casi toda profesión u oficio es un do, es decir, un Tao o Camino, análogo a lo que en Occidente solía llamarse un «misterio». En cierto modo, cada do fue una vez un método laico de aprender los principios encarnados en el Taoísmo, el Zen y el Confucianismo, casi como la moderna Masonería es una supervivencia de épocas en las que el oficio del albañil (mason) era un medio de iniciación en una tradición espiritual.

Sobre el río la luna brillante, en los pinos el viento que suspira; toda la noche tan tranquila: ¿por qué? Y ¿para quién?

Mucho antes de que se desarrollara el cha-no-yu los monjes zen usaban el té como estimulante de la meditación, y en esa circunstancia se bebía con ánimo de consciente falta de precipitación, lo cual naturalmente dio lugar a una acción de tipo ritual.

Pero si consideramos al hombre más bien como un proceso que como una entidad, como un ritmo más que como una estructura, es evidente que la respiración es algo que el hombre hace —y por tanto es— constantemente. Por tanto, tomar el aire con los pulmones es algo que acompaña en todo momento el acto de aferrarse a la vida.
Lo que se llama «respiración normal» es vacilante y ansiosa. Siempre se retiene un poco de aire porque el individuo parece incapaz de «dejarlo» que siga todo su curso por los pulmones. Parece respirar por obligación más bien que por gusto.
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2020.10.21 15:10 Choice_Net3623 La izquierda latinoamericana toma aire en Bolivia con la entereza del Movimiento al Socialismo de Morales

Bolivia vuelve a significar aire fresco para la izquierda latinoamericana. Lo significó también el año pasado, pero la alegría entonces le duró poco al Movimiento al Socialismo de Evo Morales: una maniobra de la Organización de Estados Americanos (OEA) construyó un supuesto fraude electoral en las elecciones presidenciales de 2019, y acto seguido llegaron los militares y las élites. La respuesta de Morales (exiliado) y los suyos, liderados por Lucho Arce y David Choquehuanca ha sido contundente: una victoria más solvente todavía.
https://www.publico.es/internacional/elecciones-bolivia-izquierda-latinoamericana-toma-aire-bolivia-entereza-movimiento-socialismo-morales.html
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2020.10.16 00:36 DIOgenes_123 Os Feitos de Thomas Sankara

  1. Ele vacinou 2,5 milhões de crianças contra meningite, febre amarela e sarampo em questão de semanas
  2. Ele iniciou uma campanha nacional de alfabetização, aumentando a taxa de alfabetização de 13% em 1983 para 73% em 1987.
  3. Ele plantou mais de 10 milhões de árvores para prevenir a desertificação
  4. ⁠ Ele construiu estradas e uma ferrovia para unir a nação, sem ajuda estrangeira
  5. ⁠ Ele nomeou mulheres para altos cargos governamentais, encorajou-as a trabalhar, recrutou-as para o serviço militar e concedeu licença-gravidez durante os estudos
    1. ⁠ Ele proibiu a mutilação genital feminina, os casamentos forçados e a poligamia em apoio aos direitos das mulheres
    2. ⁠Ele vendeu a frota do governo de carros Mercedes e fez do Renault 5 (o carro mais barato vendido em Burkina Faso na época) o carro de serviço oficial dos ministros.
    3. ⁠Reduziu os salários de todos os servidores públicos, inclusive os seus, e proibiu o uso de motoristas do governo e passagens aéreas de 1ª classe.
    4. Ele redistribuiu as terras dos proprietários feudais e as deu diretamente aos camponeses. A produção de trigo aumentou em três anos de 1.700 kg por hectare para 3.800 kg por hectare, tornando o país autossuficiente em alimentos
    E de novo 10. Ele se opôs à ajuda externa, dizendo que “quem te alimenta, te controla”. 11. Ele falou em fóruns como a Organização da Unidade Africana contra a penetração neocolonialista contínua da África através do comércio e finanças ocidentais. 12. Ele apelou a uma frente única das nações africanas para repudiar a sua dívida externa. Ele argumentou que os pobres e explorados não tinham a obrigação de devolver dinheiro aos ricos e exploradores. Em Ouagadougou, Sankara converteu a loja de abastecimento do exército em um supermercado estatal aberto a todos (o primeiro supermercado do país). 13. Ele forçou os funcionários públicos a pagar o salário de um mês para projetos públicos.) 14. Ele se recusou a usar o ar condicionado em seu escritório, alegando que tal luxo só estava disponível para um punhado de burkinabes 15. Como presidente, ele reduziu seu salário para US $ 450 por mês e limitou seus bens a um carro, quatro bicicletas, três guitarras, uma geladeira e um freezer quebrado 16. Ele próprio um motociclista, ele formou uma guarda pessoal de motociclistas só para mulheres. 17. Ele exigia que os funcionários públicos vestissem uma túnica tradicional, tecida com algodão burkinabe e costurada por artesãos burquinenses. (A razão é se apoiar na indústria e identidade locais, em vez da indústria e identidade estrangeiras) 18. Quando questionado por que ele não queria que seu retrato fosse pendurado em lugares públicos, como era a norma para outros líderes africanos, Sankara respondeu: "Há sete milhões de Thomas Sankaras." 19. Um guitarrista talentoso, ele escreveu o novo hino nacional sozinho 20. Ele renomeou seu país do depreciativo "Alto volta" para "Burkina Faso, a terra de homens íntegros" 21. Sua política externa estava centrada no anti-imperialismo, com seu governo evitando toda ajuda externa, pressionando por uma redução da dívida, nacionalizando todas as terras e riquezas minerais e evitando o poder e a influência do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial. 22. A administração de Sankara foi o primeiro governo africano a reconhecer publicamente a epidemia de AIDS como uma grande ameaça à África 23. Projetos de infraestrutura e habitação em grande escala também foram realizados. Fábricas de tijolos foram criadas para ajudar a construir casas em um esforço para acabar com as favelas urbanas 24. Em Ouagadougou, Sankara converteu a loja de abastecimento do exército em um supermercado estatal aberto a todos (o primeiro supermercado do país)
    Ele liderou um dos programas mais ambiciosos de reformas radicais já vistos na África. Ele procurou reverter fundamentalmente as desigualdades sociais estruturais herdadas da ordem colonial francesa.
    Essas desigualdades deixaram uma maioria de marginalizados, principalmente rurais, pobres e mulheres, na base da sociedade, muitas vezes sob a exploração de uma minoria de burocratas, empresários, militares e chefes tradicionais. Sankara concentrou os recursos limitados do estado na maioria marginalizada do campo. Quando a maioria dos países africanos dependia de alimentos importados e assistência externa para o desenvolvimento, Sankara defendeu a produção local e o consumo de produtos feitos localmente. Ele acreditava firmemente que era possível para os burquinenses, com muito trabalho e mobilização social coletiva, resolver seus problemas: principalmente a escassez de alimentos e água potável. No Burkina de Sankara, ninguém estava acima do trabalho agrícola ou das estradas de cascalho - nem mesmo o presidente, ministros do governo ou oficiais do exército. A educação intelectual e cívica foi sistematicamente integrada ao treinamento militar e os soldados foram obrigados a trabalhar em projetos de desenvolvimento da comunidade local.
    De acordo com Ernest Harsch, autor de uma biografia recente de Sankara, Burkinabe construiu pela primeira vez dezenas de escolas, centros de saúde, reservatórios de água e quase 100 km de ferrovia, com pouca ou nenhuma ajuda externa. A produção total de cereais aumentou 75% entre 1983 e 1986. Em 1984, seu governo, desafiando o ceticismo das agências doadoras, organizou a vacinação de 2 milhões de crianças em pouco mais de duas semanas. Ele também defendeu a preservação ambiental com campanhas de plantio de árvores e projetos de verde.
    Seu estilo informal de liderança estava em uma categoria própria. Harsch cita um ex-assessor que descreve Sankara como “um idealista, exigente, rigoroso, um organizador”. Essa disciplina e seriedade começaram com ele mesmo. Ele havia sido o primeiro entre os principais líderes a declarar voluntariamente seus modestos bens e entregar ao tesouro dinheiro e presentes recebidos durante as viagens. Harsch cita familiares que disseram que Sankara disse a eles para não esperar nenhum benefício dele porque ele é o presidente. Na verdade, na época de sua morte, seus filhos frequentavam a mesma escola pública, sua esposa estava subordinada ao mesmo emprego de funcionário público e seus pais moravam na mesma casa.
    Sankara desdenhou a pompa formal e baniu qualquer culto à sua personalidade. Ele podia ser visto casualmente andando pelas ruas, correndo ou deslizando visivelmente no meio da multidão em um evento público. Ele era um orador entusiasmado que falava com franqueza e clareza incomuns e não hesitava em admitir erros publicamente, castigar camaradas ou expressar objeções morais a chefes de nações poderosas, mesmo que isso o colocasse em perigo. Por exemplo, ele criticou o presidente francês François Mitterand durante um jantar oficial por receber o líder do Apartheid na África do Sul.
    Livros de Sankara:
    Somos os herdeiros da revolução mundial
    A libertação das mulheres e a luta pela liberdade africana
    Thomas Sankara fala
    Uma citação do livro - "Nosso país produz o suficiente para alimentar todos nós. Infelizmente, por falta de organização, somos forçados a implorar por ajuda alimentar. É essa ajuda que instila em nossos espíritos a atitude de mendigos." -Thomas Sankara
    “A revolução e a libertação das mulheres caminham juntas. Não falamos da emancipação das mulheres como um ato de caridade ou por causa de uma onda de compaixão humana. É uma necessidade básica para o triunfo da revolução. As mulheres sustentam a outra metade da céu. "- Thomas Sankara.
    Sankara é frequentemente referido como "Che Guevara da África". Sankara fez um discurso marcando e homenageando o 20º aniversário da execução de Che Guevara em 9 de outubro de 1967, uma semana antes de seu próprio assassinato em 15 de outubro de 1987
tradução deste comentário no communism
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2020.10.05 05:43 ArgenCoso Tilingos


Por Arturo Jauretche
CONFIRMADO me propuso este tema. Pensé entonces que era la oportunidad para ofrecer una respuesta, entre las muchas que pueden articularse, a un interrogante que plantea José Luis de Imaz en Los que mandan; "¿Por qué, no obstante su peso económico, su rol en la modernización, y haber sido innovadores tecnológicos, los empresarios no pesan en la vida del país?".
O pesan al revés. Este es el caso de ciertos tipos de grupos económicos capitalistas, adscriptos a la política de la Sociedad Rural, ya consolidados dentro del viejo sistema agro-importador, que prefieren un mercado interno pobre en condiciones de monopolio a un mercado en crecimiento en condiciones de competencia, como los que apoyaron la política de contención del progreso en las Juntas Reguladoras de la Década Infame. Sólo que éstos sí saben lo que quieren.
Pero no voy a hablar de economía, sino del tema propuesto; de la forma en que la tilinguería impone sus pautas, y cómo ellas están perturbando el desarrollo de la inteligencia nacional y sus impulsos creadores.
Y ésta es cosa de que debe tomar cuenta también el político militante, si es que no sabe que el comité ha muerto definitivamente. Porque los estados de opinión, entre los cuales tiene importancia fundamental el slogan que surge de la cuestión de los status, pesan mucho más que una recluta que sólo vale para las elecciones internas.
En el Espasa Calpe se lee tilingo: "Argentinismo: Insustancial, ligero, que habla muchas tonterías". Segovia, en su Diccionario de Argentinismo", expresa: "Dícese de la persona simple y ligera que suele hablar muchas tonterías".
Los paisanos, de un tipo así, dicen; "Hombre sin fundamento".
Don Hipólito -desde luego, Yrigoyen es el Hipólito por antonomasia- decía "palangana". Supongo a esta expresión tradicional y fundada en la poca cosa y mucho ruido de la enlosada al caer retumbante.
Usted lo conoce al tilingo. Y si no lo conoce, ahí lo tiene al lado, en esta mesa de un café céntrico donde se han sentado cuatro o cinco tipos con portafolios. Algún día habrá que escribir la historia del hombre del portafolio. Hubo la etapa de la posguerra con los "ingenieri" italianos recién llegados que escondían bajo el cuero -con una sugestión de planos y patentes de invención- el sandwich de milanesa del almuerzo. Ahora es posible que el portafolio contenga la cuarenta y cinco persuasiva, o la concluyente tartamuda portátil.
Pero esos que están en la mesa de al lado sólo llevan allí sueños, proyectos, hipotéticas transacciones. Andan a la búsqueda de enganchar algo, intermediar en alguna operación cualquiera para ganar una comisión, y muchas veces intermediando entre intermediarios. Generalmente se ayudan con el teléfono de un amigo que tiene escritorio y al que han pedido permiso para que les "dejen dicho". Ese teléfono, la mesa del café y el portafolio constituyen su establecimiento comercial.
Mientras llega "el asunto*', hablan de fútbol, de carreras, de política, de economía.
Cuando tocan estos dos temas últimos, nunca faltará quien diga: "Lo que pasa es que los obreros no producen". Ahí está el tilingo. No se le ha ocurrido averiguar qué es lo que él produce y qué producen todos ellos, puntas sueltas, mallas erradas en la enorme red de intermediación que es Buenos Aires.
Que un tipo que no produce diga, en una reunión de tipos que no producen, que no producen los únicos que producen algo, es tilinguería. En esto de producir, tenemos muchos productores rurales por el estilo que creen que la condición de productor la da la propiedad de una estancia, unos breeches y unas botas de polo, que viven en la ciudad -"porque mi señora dice que hay que educar a los chicos"- y dan una vuelta por el campo cada quince días. Productores rurales son los que trabajan y producen en el campo, que pueden ser patrones o peones, pero no los que no intervienen en la producción sino como propietarios, y que son rentistas aunque no arrienden. Estos también son de los que dicen que los "obreros" no producen. Y ya no desde la posición marginal del tipo del portafolio, sino empinándose como "fuerza viva" sobre la que descansa la economía del país.
Inevitablemente, éstos y otros representantes de la tilinguería son los que, ante la menor dificultad, califican al país: "Este país . de m...", colocándose fuera del mistao a los efectos de la adjetivación. Y la verdad es que el país lo único que tiene de eso son ellos: los tilingos.
El racismo es otra forma frecuente de la tilinguería.
La tilinguería racista no es de ahora y tiene la tradición histórica de todo el liberalismo. Su padre más conocido es Sarmiento, y ese racismo está contenido implícitamente en el pueril dilema de "civilización y barbarie". Todo lo respetable es del Norte de Europa, y lo intolerable, español o americano, mayormente si mestizo. De allí la imagen del mundo distribuido por la enseñanza y todos los medios de formación de la inteligencia que han manejado la superestructura cultural del país.
Recuerdo que cuando cayó Frondizi, uno de esos tilingos racistas me dijo, en medio de su euforia: -¡Por fin cayó el italiano! Se quedó un poco perplejo cuando yo le contesté: -¡Sí!, lo volteó Poggi.
Muchos estábamos enfrentados a Frondizi; pero es bueno que no nos confundan con estos otros que al margen de la realidad argentina, tan italiana en el presidente como en el general que lo volteó, sólo se guiaban por los esquemas de su tilinguería.
Ernesto Sábato, con buen humor, pero tal vez respirando por la herida, ha dicho en Sobre héroes y tumbas más o menos lo siguiente: "Más vale descender de un chanchero de Bayona llamado Vignau, que de un profesor de filosofía napolitano". La cita me chocó en mi trasfondo tilingo (fui a la misma escuela y leí la misma literatura) porque tengo una abuela bearnesa también Vignau, tal vez más que por lo de Bayona, por lo de chanchero (vuelvo a recordar que fui a la misma escuela, etcétera).
La verdad que ni el presidente ni el general son italianos. Simplemente son argentinos de esta Argentina real que los liberales apuraron cortando las raíces.
Pero la idea liberal o sarmientina no era ésa. Ella tenía, y tiene, una escala de valores raciales que se identifican por los apellidos cuando son extranjeros. Arriba están los nórdicos -con escandinavos, anglosajones y germánicos-; después siguen los franceses; y después los bearneses y los vascos; más abajo los españoles y los italianos, y al último, muy lejos, los turcos y los judíos. Cuando yo era chiquilín nunca oí nombrar a un inglés -que generalmente era irlandés, pero la diferencia era muy sutil para entonces- sin decir "Don", aunque estuviera "mamao hasta las patas". El francés, a veces, ligaba el Don; y en ocasiones, el vasco. Jamás el español, que era "gallego de...", lo mismo que el italiano "gringo de...". ¡Para qué hablar del turco y del ruso.'
En La condición del extranjero en América, Sarmiento parece revisar sus tesis sobre la inmigración. Pero no nos engañemos: se sintió defraudado por la misma porque vino del Mediodía de Europa. El hubiera querido una inmigración de arquetipos, y los arquetipos son los que estaban en lo alto de su escalera antiamericana y antiespañola.
Afortunadamente fracasó, y eso es lo que nos ha salvado como nación. En algún lugar he recordado las palabras de Hornero Manzi cuando me dijo: -Lo que nos ha salvado es la actitud del italiano y el turco, que en lugar de proponerse como arquetipos, propusieron como tal al gaucho; así, en el ridículo del cocoliche se nacionalizaron en lugar de desnacionalizarnos. Sólo falta imaginar lo que hubiera ocurrido si las pampas y las aldeas se hubieran poblado de los ejemplares arquetipos deseados por ese racismo, con la actitud de obsecuencia de las generaciones liberales para todo lo foráneo.
Ya se ha dicho que esa tilinguería racista viene de lejos.
Pero se acentúa cuando se producen cambios sociales. Entonces, la tilinguería se exacerba en una peyorativa actitud racista. Pasó con el acceso al poder del radicalismo. Los tilingos de entonces cargaron el acento sobre los apellidos italianos de la nueva promoción política suscitada con el ascenso de la clase media: la pequeña burguesía inmigratoria y los doctores de primera napa nacional.
La oposición conservadora adoptó un aire peyorativo que se tradujo en toda una literatura política, que fue del periódico -La Mañana y La Fronda, sucesivamente, fueron sus expresiones más calificadas- hasta el discurso parlamentario. Se jugaba, por ejemplo, con la equívoca significación de algunos apellidos; así, la triple fórmula Coulom-Coulin-Culacciatti, que integraba, con la igual finalidad peyorativa hacia los criollos desconocidos, don Julio del C. Moreno -un personaje riojano- completaba el ridículo en la imagen anal. Hasta cuando el apellido era patricio se lo modificaba para ponerlo a tono: así, padeciendo Yrigoyen de un posible mal de las vías urinarias, el doctor Meabe, su médico de cabecera, se convertía en el doctor Meabene para adecuarlo a la cita siguiente que era la de un correligionario de la 3a Don Plácido Meo.
En realidad, para los que lo escribían no se trataba de otra cosa que de un recurso humorístico. Pero para el tilingo de entonces el fundamento más real, el que más invocaba, el que más jugaba, era ese de los "gringos", Y lo de "gringos" sólo jugaba para los descendientes de inmigrantes provenientes del Mediodía de Europa. No para los otros.
Pasó mucha agua bajo los puentes, y vino otro movimiento multitudinario: el de 1945. Ya los gringos se habían incorporado y su presencia política no lesionaba a la tilinguería, no sé si es porque de las nuevas promociones ascendentes habían salido también promociones de tilingos. Sólo así puede explicarse que un hijo de italianos -Sammartino- haya hablado despectivamente de los "negros" al referirse al "aluvión zoológico", en una caracterización evidentemente racial y peyorativa, cuando aún estaba fresca la tinta que lo había calificado a él también peyorativamente.
Que "el gringuito" de unos pocos años atrás se sienta vieja clase frente a los descendientes de los conquistadores en la confrontación de sus apellidos no revela simplemente que "el gringuito" se ha incorporado a la tilinguería. Lo grave es que se ha frustrado como guarango. Y la guaranguería es la espontaneidad de las nuevas clases, de las promociones que irrumpen con cada ascenso de la sociedad, porque los dos grandes movimientos populares del siglo -el de 1914-16 y el de 1943-45- han sido la expresión de eso: de ascensos masivos.
No corresponde aquí desentrañar las raíces económico-sociales de los dos hechos históricos; ni siquiera la coincidencia con las dos guerras mundiales que nos aislaron de los países arquetipos en una neutralidad intolerable para los tilingos, pero que dio las bases para una consolidación propia.
Usted puede hacer un fácil test. Yo lo he hecho.
Sé que un fulano se ha gastado 15 millones de pesos en un departamento de la Avenida del Libertador. Nos encontramos y le adivino la intención de informarme de su compra, como corresponde al guarango. Pero yo quiero saber si está frustrado como tal y lo madrugo diciéndole antes de que me dé la noticia:
-Estoy muy afligido por un amigo que se ha gastado más de 10 millones en un departamento de la Avenida del Libertador... -¿Y por qué se aflige? -me pregunta inquieto. Le contesto: -Y... porque la Avenida del Libertador no es "bien"... -Pero entonces..., ¿qué es "bien"? -pregunta desesperado. -"Bien" es de la plaza San Martín hasta la Recoleta, de Santa Fe al Bajo. Y dentro de ese radio. "bien", "muy bien", el codo aristocrático de Arroyo, como dice Mallea: Juncal, Guido, Parera. . .
Le veo en la cara al hombre que está desesperado. Y entonces, lo remato: -La Avenida del Libertador es como tener un leopardo de tapicería sobre el respaldo del asiento trasero del coche.
El leopardo lo tiró a la vuelta. Del departamento no sé.
Pienso que lo hecho es una crueldad, pero la investigación "científica" es así... cruel como la vivisección.
Yo quería saber si el hombre era un burgués con toda la barba o un tímido burguesito en camino de terminar en tilingo. El que es verdaderamente burgués sigue adelante, cumple su gusto, se realiza con la arrogancia del vencedor y compra en la Avenida del Libertador, precisamente porque es caro, porque acredita su victoria y la prestigia ante los burgueses. Si quiere barrio, compra; y si quiere apellido y mujer distinguida, compra también. Podría citar casos. Pero no se achica, se disminuye; no se acomoda a los esquemas y limitaciones de los tilingos.
De aquí que mientras en Europa y en Estados Unidos un banquero o un industrial miran a un ganadero como un "juntabosta", aquí el ganadero lo mira por arriba del hombro al empresario. Y el empresario, que quiere ser "bien", se ve obligado a comprar estancia, a tener cabaña -así sea de perros-, porque sólo por la Rural, y tal vez por el Kennel Club, puede lograr ascenso social que apetece.
Lógicamente esta burguesía, desde que imita a la vieja clase, se somete a todas sus normas y, por consecuencia, también en política. Ese sometimiento y esa adhesión a las viejas clases -incongruente económicamente- no sólo se ejerce verticalmente. También horizontalmente, cuando contemplamos la geografía social del país.
Así, los titulares de los intereses vitivinícolas de Cuyo y los tabacaleros, azucareros y fruticultores del Norte, que necesitan un mercado interno de alto poder de compra -es decir, que el Litoral desarrolle una política de alto nivel de vida-, están ligados políticamente a los conservadores del Litoral, gobernados por cabañeros e invernadores cuya tendencia es producir a bajo costo en un mercado de poco poder adquisitivo para cumplir la función asignada en la división internacional del trabajo como abastecedores ultramarinos de las metrópolis.
Esta incongruencia es difícil de explicar, pero no son ajenos a ella el prestigio social del Litoral y la incapacidad burguesa de los del interior en los respectivos grupos patronales. Esta gente de Cuyo y del Norte es muchas veces portadora de apellidos españoles de abolengo arribeño, de mucho mayor cotización histórica que los abajeños del puerto. Pero queriendo asimilarse a la alta clase del puerto se han sometido a las normas políticas e ideológicas de los principales. De "bien" provincianos, quieren ser "bien" en la Capital. ¿Cómo extrañar entonces que los guarangos frustrados del Litoral se hagan tilingos, si la misma tilinguería la padecen muchos aristocráticos descendientes de la Conquista por el Perú?
La tilinguería cotiza una marca de vino, un tabaco, un pomelo, o una palta, muy por debajo de un toro lleno de medallas. Se entra muy bien en la alta sociedad llevando de la rienda al toro, pero es difícil mostrando una botella de vino por lujosa que sea la etiqueta, por más sugestiones de chateau que evoque, tanto en la presentación como en la exquisita calidad del producto.
A un cuarto de siglo de la entrada del país al capitalismo, debemos recordar que el capitalismo naciente en la Argentina fue ajeno en sus hombres al hecho histórico que lo provocaba, produciéndose la paradoja de que le correspondiese a la clase obrera abrir la etapa del desarrollo económico burgués. Más aún: la nueva burguesía sigue aún incapacitada para jugar su papel, y es precisamente porque en la medida que asciende, pierde conciencia de su propia realidad para hacer suya la imagen de importancia que le presenta el tilingo. Se queda en el "medio pelo" y, rechazando el triunfo burgués, se adecúa al remedo, a la imitación de la alta clase con la que cree tomar contacto cuando se acomoda a la imagen de alta sociedad que le brindan los declasados.
Hubo un tiempo en que los venidos a menos económica y socialmente se jactaban de ser un pequeño sector domiciliado en el "Palacio de los Patos" de la calle Ugarteche. Ahora se han multiplicado. desde detrás de la Recoleta hasta San Fernando, a lo largo de las vías del Central Argentino. (Lo designo así porque la nueva nominación ferroviaria es completamente tilinga, aunque la hayan hecho los guarangos, lo que prueba que, en esta materia, todos tenemos tejado de vidrio.)
Landrú ha identificado perfectamente los personajes describiendo en el "gordi" y el "mersa" la oposición tilinguería-guaranguería. El botellero próspero, con su Valiant resplandeciente, es feliz echándole soda al vino de marca, ocupando las mesas de los restaurantes caros, hablando fuerte de lo que dijo-"su señora", mientras "cena".
Está en el camino de constituir una burguesía. Todavía no tiene conciencia de que constituye un sector de la sociedad correspondiente a una etapa de la economía, y no ha alcanzado a comprender la correspondencia de sus intereses personales con los intereses de su grupo. Hijo de sus aptitudes capitalistas -aunque muchas veces también más de la inflación que de su capacidad, o de equívocas actividades comerciales-, está en el camino de constituir una burguesía. Pero en el momento de definirse como burgués y adquirir la psicología correspondiente, nota el contraste de sus gustos y normas con lo que es "bien".
Desde que se ha mudado al barrio Norte, desde Gerli o Quilmes, y la "señora" ha olvidado la batea deslumbrada por la máquina de lavar, ha hecho nuevos contactos que le dan la idea de una meta social que tiene que alcanzar. Comienza él también a añorar la época en que "el servicio daba gusto" y en que el obrero -el "negro"- se mantenía "donde debe estar". Olvida de inmediato que es precisamente ese cambio el padre de su prosperidad y de su posibilidad de acceso a niveles más altos. Más aún. que el mantenimiento de ese cambio y su profundización es su única garantía. Quiere dejar de ser "mersa" y sólo logra ser "gordi". E inmediatamente tiene el complejo político del "gordi", a quien comienza a imitar.
Y comienza a imitar a una imitación, tomando por modelo las malas copias. Porque la tilinguería constituida por las "gordis" no es ni remotamente la alta clase a la que cree aproximarse.
Desde la época en que los declasados se refugiaban en la calle Ugarteche, todo el "Norte" liminar se ha llenado de falsos declasados. Se ha constituido un sector social entero que vive en la convención de que "todo tiempo pasado fue mejor" en aquella "Jauja" retrospectiva -"cuando la tía Leonor tenía Lando"-; de miles de familias que se aterran al recuerdo de un ascendiente que figuró algo en la segunda y la tercera línea de los amanuenses de la oligarquía, Descendientes de militares -un oficio generalmente despreciado por la alta clase-, de secretarios de juzgados, directores de oficinas, bancarios pueblerinos y hasta de conscriptos de Curu-malal, se han construido imaginativamente un pasado señoril que tratan de revivir en una vida forzada que absorbe casi todos sus recursos en gastos de representación.
Revista Confirmado
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2020.08.11 18:56 Alecfc147 Podcast Guilhotina + Já leram o ORVIL (livro secreto da ditadura)?

https://diplomatique.org.bguilhotina-77-joao-cezar-de-castro-rocha/

Esse podcast é bem interessante, sempre com entrevista com professores e pesquisadores. No episódio 77, entrevistaram o professor João Cezar de Castro Rocha da UERJ, que lança esse mês um livro sobre a análise do discurso de ódio bolsonarista e a guerra de narrativas que a extrema direita tenta impor. Ele cita que a base veio do ORVIL, um livro publicado pela ditadura militar como "resposta" ao livro "Brasil Nunca Mais" que denunciou os crimes da ditadura. Era um livro secreto, mas que em 2012 foi publicado. Eu achei um link em pdf, mas é de um site com nome odioso, não replicarei por aqui. Ainda não li, mas a análise é que a esquerda tenta tomar o poder através dos livros, da cultura, do entretenimento. Parece um tema batido hoje em dia, mas é o grosso do pensamento bolso-olavista.
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2020.06.08 22:26 TheWierdGuy Um resumo de Bolsonaro categorigamente demonstrando tendencias facistas, ditatoriais, e defendendo tortura e lideres que cometeram golpes e crimes contra a humanidade.

Ou seja eh um facista, publicamente intencionado a cometer golpe, cometer tortura e comandar um governo ditatorial. Agora que ele esta prestes a cometer um golpe militar para consolidar o poder tem gente que ainda tem a ousadia te falar "nao eh golpe". Tem que ser muito IMBECIL ou filho da puta pra negar e/ou falar que se fosse outro no poder seria pior.
Alem de tudo o imbecil do Bolsonaro acha que tem que matar FHC... ou seja mate o presidente que simplesmente teve a politica monetaria mais bem sucedida da historia do Brasil. O plano real acabou com o problema inflacionario do Brasil, e apos isso no mandato do Bolsonaro temos o maior aumento inflacionario do real.


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2020.06.06 07:18 ThorDansLaCroix O que é Fascismo (2da Edição: 2020)

Editado 1 As referencias nos textos e comentarios sao citadas para serem conferidas. Se suspeitarem de algo no texto confira as referencias. Uma pessoa quer refurtar o texto nos comentarios e indicou um livro que nunca leu. Aqui uma pagina desse livro que nao refurta mas eh uma das referencias do texto: https://pasteboard.co/Jc23Z4E.jpg
Editado 2 salientando aqui, que em geral historiadores quando falam de fascismo tocam no aspecto mitologico idealista da nacao original ideal. Mas raros sao os que investigam e falam de onde vem tal mitologia e anceios. Ao qual eu uso a historiografia politica de Hannah Arendt, antropologia psicologica de Otto Rank e psicanalise de Donald Winnicott para explicar, e que em resumo se baseia em uma inseguranca social (e existencial mas esse aspecto existencial eu nao vou tocar).
Antes o papo era que Nazismo é de esquerda e agora o papo é que antifascistas são fascistas pq fazem protestos violentos. Ou socialismo em geral é fascista. E nunca vejo ninguem dizendo de forma clara o que é fascismo, mesmo os que se dizem anti-fascistas.
E eu vejo que as campanhas populistas nunca falam do socialismo clássico fazendo correlações falsas com as ideologias de esquerda de hoje. E o desconhecimento desse socialismo classico, que eh uma raiz historica do fascismo, faz com que as pessoas nao entendem de forma clara o que eh fascismo.
Para começar eu vou falar de Socialismo. Mas nao do socialismo Marxista. Tenha em mente que Socialismo é uma palavra que descreve duas coisas distintas, igual a palavra Manga que descreve uma fruta e uma parte de uma roupa. E vc vai entender isso agora.
Vamos falar desse socialismo para buscar entender de onde vem e o que é fascismo.
O termo "socialismo" existe desde a Grécia antiga. É citado tanto por Platão em seu livro "A República" como também por Cícero na Roma Antiga. Oswald Spengler em seu livro "Prussianismo e Socialismo" publicado na década de '20, fala do Socialismo Prussiano (ou socialismo Teutonico/Germanico que data desde a epoca da queda do Imperio Romano). Esse socialismo que eles citam é o socialismo conservador.
As características do socialismo conservador (socialismo de direita) varia depende da época e povo, mas em geral se caracteriza por um estado paternalista, privilégio hierárquico social, preservação das instituições como religião e estatais (que ditam a vida das pessoas), o governo em controle da economia, preservação do capitalismo corporativista, nacionalismo, entre outras coisas. Algumas vertentes do socialismo conservador vão preferir a ditadura presidencial ou monarquia, enquanto outras vertentes vão preferir a democracia parlamentar ou presidencialismo.
Algumas vertentes, como o socialismo Prussiano/Germânico/Teutônico, tendem a hegemonia etinica e cultural. Tem vertentes que abolem a propriedade privada. Mas nenhuma das vertentes é contra o capitalismo, mas o contrário, são defensores do capitalismo corporativista pq acreditam que a prosperidade da elite reflete na prosperidade em sociedade.
Eu sei que muitos defensores do capitalismo dizem que capitalismo é somente quando ha estado minimo e nao intervenção na economia. Mas na verdade, tal descrição é do liberalismo e não do capitalismo (nem todo capitalismo é liberal). Mas eu explico isso melhor mais a frente.
Continuando... O termo socialismo vem da ideia do que o cidadão toma conta um do outro (hierarquia social), se foca em suas aptidões e trabalho visando a grandeza da nação (nacionalismo), abre mão da competição individualista liberal de enriquecimento e ascensão/prestígio pessoal (considerado liberalismo) e aceita sua posição social, não havendo assim conflito entre classes e todos focados no trabalho e grandeza da nação.
Independente da vertente, o princípio é que a nação deva ser regida como uma orquestra, ou como uma sociedade de formigas e abelhas. Ou como no caso da Prússia, como uma hierarquia militar. Não tentar ser o que vc nao eh. Como em uma orquestra o objetivo é ter a sociedade funcionando em harmonia. O solista não compete com o regente para ser regente, os demais da banda não competem com o solista. E assim buscam ter a estabilidade social como havia na idade média e demais épocas passadas.
O primeiro grande conflito contra o Socialismo Conservador (A princípio monárquico absolutista e feudal) eh o Liberalismo, que surge no meados de 1600' com o Inglês John Locke, conhecido como o pai do liberalismo. Surgiu como briga pela liberdade individual. Tal liberdade individual significa participação no poder (democracia), liberdade de expressão (poder questionar a sociedade e poder vigente), liberdade religiosa em que você pode escolher sua religião e não ser obrigado a seguir uma religião imposta pelo estado ou sociedade, livre comércio que é a liberdade individual em comercializar sem as oligarquias das guildas feudais (e depois estado) limitando a competição, igualdade de gênero que se opõem a hierarquia e determinismo social, e propriedade privada (o que para o liberalismo clássico significa o fim do domínio oligárquico dos grandes proprietários de terras, os senhores feudais).
Em resumo, o liberalismo significa a emancipação do camponês, podendo assim ser proprietário de terra e consequentemente competir individualmente para a prosperidade individual. Ou seja, o fim dos privilégios socioeconômicos de uma elite oligárquica. Thomas Paine, um dos fundadores dos EUA e filósofo, defendia a renda básica em 1797, em um panfleto que ele escreveu chamado Justica Agraria: https://en.m.wikipedia.org/wiki/Agrarian_Justice
O conflito entre Socialistas Conservadores, que buscavam a volta dos princípios do feudalismo na época, e Iluministas liberais (Republicanos liberais) culminou na grande primeira revolução política, a Revolução Francesa em 1789-1799.
Uma curiosidade: O primeiro movimento feminista começou junto com o movimento de independência dos EUA em 1776. A própria declaração de independência dos EUA cita que todos os cidadãos, homens e mulheres, são criados iguais e livre. Uma das primeira obras do movimento feminista foi escrito por Mary Wollstonecraft, chamado "Vindication of the Rights of Women" publicado em 1796. As feministas esquerdistas vão surgir bem depois (após o surgimento do movimento operário de esquerda, Marxismo, na segunda metade de 1800).
Historicamente a direita é o que busca preservar ou conservar os princípios e tradições políticas, econômicas e sociais passadas (conservadorismo) enquanto a esquerda eh o que busca mudar os princípios tradicionais com novos princípios e ideias. Sendo assim, historicamente o Socialismo original (Conservador) defendia a monarquia, engessamento social e feudalismo, e sentavam à direita do rei (por isso chamados de direita). Os liberais (o que inclui os jacobinos citado por Max Weber em "A ética protestante e o espírito do capitalismo") sentavam à esquerda do rei (assim chamados de esquerdistas). Logo, os principios iluministas liberais tepublicano capitalista eh originalmente um movimento de esquerda.
O termo socialismo em si começou a ficar mais em voga a partir do monarca austríaco Klemens von Metternich em 1847, que junto com demais monarquistas, começaram suas campanhas contra o liberalismo.
O socialismo marxista (socialismo de esquerda) surge apenas a partir da segunda metade de 1800', quando Karl Marx, que inicialmente era liberal capitalista, chegou a conclusão que o problema das sociedades se resumem em conflitos de classes e que por isso, o ideal seria haver uma sociedade sem classes sociais, e consequentemente sem capitalismo.
Veja que tanto o socialismo/comunismo (socialismo limeral) quanto o socialismo classico buscam a estabilidade social. A diferenca eh que o primeiro busca pelo fim das classes sociais/capitalistas e o segundo pelo engessamento das classes sociais.
O socialismo liberal (Socialismo Marxista) eh irmao do Liberalismo capitalista. Ambos são frutos do Iluminismo Britânico e seu princípio no "contrato social" que surgiu com Thomas Hobbes (1651) e em seguida deu fruto ao Liberalismo com John Locke (1689). Ambos sao contra o socialismo conservador, que se opoem a liberdade individual e social tanto do republicano capitalista quanto do anti-estado comunista, socialista e anarquista,
O socialismo, comunismo e anarquismo surge como um novo movimento dentro do liberalismo iluminista, pq foi observado que após a implantação do estado republicano, políticos, classe econômica e capitalistas industriais usavam a máquina pública visando interesses próprios. O exemplo mais claro disso foi com a primeira república instaurada pela Revolução Francesa. O classe capitalista que servia a corte com seus produtos, e que por isso estavam mais próximo dos nobres, foram os que obtiveram o poder e influência no estado após a revolução. O resto da população continuava na miséria sem emancipação econômica e conflitos armados mataram muita gente nessa briga pelo poder. Já países onde houve mais emancipação dos camponeses que viraram proprietários de terras, os movimentos anticapitalista e anti-estado não foram tão fortes e o capitalismo foi melhor aceito pela população em geral (Inglaterra e EUA).
Em resumo, o socialismo original que existe desde os principios da obra "A Republica" de Platao, eh um socialismo conservador e que por isso de direita. Contra tal conservadorismo que na época era Monárquico absolutista e feudal, surgiu o Liberalismo Republicano (esquerda). Mas o primeiro passou a ser a terceira via quando os liberais republicanos se tornaram os conservadores, e então direita, e os opositores esquerda.
Os monarcas e antigos senhores feudais faziam campanhas políticas para conseguir suas terras e poder económico de volta. E em geral eles tiveram muito apoio da classe média (que eram os artesãos na idade média). Era um movimento que buscava voltar ao feudalismo ou da monarquia absolutista (ou ambos) para obter o socialismo conservador de volta (classe social engessada). Pq o iluminismo que culminou no liberalismo, fez com que os donos de terras e artesãos (que se tornaram classe média no capitalismo) perdessem seus privilégios e estabilidade social. Principalmente os artesãos que no feudalismo tinham o mercado protegido pelas guildas mas no capitalismo passaram a ter que competir para não virar classe trabalhadora (pobre). Além de se verem obrigados a fazer dívidas com bancos para conseguir competir, etc… e nessas campanhas surgem movimentos como o pan-europeu, defendendo privilégios sobre terras, poder, mercado e posição social como sendo um direito natural étnico, nacionalista, sanguíneo, etc. E eh dia que comeca a formar o fascismo.
Os estadistas e capitalistas que estão no topo da cadeia social, no capitalismo republicano, começam a fazer campanhas e políticas contra o socialismo clássico que visa o fim da competição individual social liberal.
E para obter o apoio da classe média, começam a oferecer alternativas de estabilidade social como o estado assistencialista ou segregação social (quando não ambos). Essa segregação social é uma forma de garantir a estabilidade social reduzindo a competição social, dando privilégios a certos grupos e segregando outros ao acesso de emergir a tais classes privilegiadas.
O Imperador Prussiano Bismarck que tentou modernizar a Alemanha acabando com o poder dos antigos senhores de terras e as tendência de preferência pelo socialismo clássico da população em geral, implementou o estado de bem estar social em 1883, para obter o apoio da população pelo estado liberal.
A classe média também fazia campanhas para obter apoio da classe operária contra os capitalistas (donos de fábricas) classe econômica (donos de bancos e demais instituições financeiras), pq a classe média (artesãos ou pequenos empresários) não conseguem competir com grandes empresários capitalistas, e viam os bancos (em que os judeus tinham a fama de serem os donos) como parasitas que vivem dos juros das dívidas da classe média.
Essa união entre classe média e operários tende tanto para o estado de bem estar social (democracia social) quanto para o lado que ainda busca a estabilidade social através da segregação social (limitando minorias na competição social). Esse segundo eh de onde vem o fascismo. A carteira de trabalho implementada pelo Mussolini foi a forma de dar maior garantia de estabilidade social aos trabalhadores nacionais e assim aceitarem suas funções/posições operárias.
Em resumo, o fascismo busca a estabilidade social, através da segregação social limitando a competição social (engessando as classes sociais em dificultando minorias em emergir socialmente, gerando então menos competitividade e estabilidade social para as classes privilegiadas). Essas minorias podem ser desempregados, estrangeiros, negros, judeus, etc.
A questão do estado é uma forma de garantir tal estabilidade social através do nacionalismo (limitando direitos e acesso a estrangeiros ao mercado de trabalho) por exemplo. Como também usando a máquina burocrática para beneficiar alguns (militares, políticos, latifundiários, algumas classes de empresários) e limitar outros grupos a competição social com os privilegiados.
Logo, estado inchado e burocratico por si so nao eh fascismo. Isso seria uma falsa correlacao. O estado é só uma ferramenta. O fascismo é a segregação socioeconômica em busca de estabilidad social.
Todo discurso sobre supremacia étnica, nacional, racial, etc, são discursos populistas para ganhar a massa com simplismo, medo, pseudo ciência e mitologias. Por trás de tudo isso está o controle da massa pelo medo da falta de estabilidade social, então transformada em medo social (ao estrangeiro, pobre, negro, judeu, mulheres, movimentos como o feminismo, etc).
O Nazismo em si eh o socialismo prussiano (conservador) em sua forma altamente populista (tentar ganhar apoio popular culpando Judeus e demais estrangeiros pelo desastre econômico pós primeira guerra).
Eu entendo que muita gente associa o comunismo com ditaduras e falta de liberdade, e consequentemente com Nazismo. Como tambem associam capitalismo sendo sinonimo de liberalismo. Mas como a maioria do conhecimento popular, isso eh apenas um emaranhado de correlações falsas populistas.
O liberalismo clássico em si eh contra o "pro business". Adam Smith já dizia que grandes empresários eram uma ameaça ao Liberalismo e democracia, já que quando empresas obtêm grande poder elas passam a ser como um estado ou a manipular o estado. Eh ai que o liberalismo clássico se difere do Neo-Liberalismo ao qual eh "pro-business" com a filosofia de que quanto mais grandes empresários ganham dinheiro mais dinheiro é escoado na sociedade, levando prosperidade econômica a todos..
Por mais que muitos hoje dizem que o capitalismo só funciona quando não tem intervenção governamental, os liberais clássicos viam que governo é importante para que haja capitalismo (diferente dos anarquistas capitalistas). Max Weber mesmo escreveu sobre a teoria do Iron Cage que diz que o crescimento do estado é uma demanda do próprio capitalismo para que o capitalismo possa crescer.
Entao vou repetir a conclusao para ficar claro. Fascismo é: A busca da estabilidade social com a da reducao de competicao social, attavez da segregacao social (engessamento das classes sociais).
Essa estabilide eh principalmente para a elite. Mas a classe trabalhadora pode tambem acreditar que sera privilegiado excluindo/segregando imigrantes e demais minorias. E assim a classe media e trabalhadora podem acabar dando suporte ao fascismo.
Para aqueles que leram até aqui eu agradeco pela atencao e tolerância em buscar conhecer ou entender uma outra perspectiva (Entender um ponto de vista nao eh sinonimo de concordar, e por isso eu não estou esperando que haja concordância).
Eu por exemplo nao gosto e nao concordo com o socialismo conservador, mas eu busquei as obras de Spengler quanto a de Platão para entender melhor o que de fato eh o conservadorismo, socialismo e nazismo. Da mesma forma que eu não concordo com o comunismo, mas eu busquei entender o que é comunismo lendo Marx entre outros (ao qual também existem inúmeras vertentes em que discordam uns dos outros).
Para finalizar com uma última curiosidade. Algo que todos esses sistemas têm em comum, independente de eh contra ou afavor de estado, contra ou a favor da liberdade individual, contra ou a favor do capitalismo, é que todos eles tem como engrenagem a questão do trabalho. Max Weber explica a implicância da "doutrina do trabalho" que vem da ética religiosa que passa a fazer parte do espírito do capitalismo (e seu princípio meritocrático). O socialismo conservador, principalmente em fascismo (e nazismo) tem como princípios o trabalho como forma de liberdade do interesse individual (considerado corrupção social) visando o grandeur da nação. O Comunismo tem como princípio o poder da mão de obra dos trabalhadores como a geração de riquezas ao qual o capitalista extrai riqueza e desejam que os trabalhadores fiquem com tal riqueza.
Mas tem uma vertente comunista chamada comunista autônomo que surgiu na itália, que é contra tal "doutrina do trabalho". Segundo eles, a engrenagem do capitalismo é a doutrina do trabalho e que por isso, o comunismo está fadado a falhar e retornar ao capitalismo pq eles mantêm tal engrenagem.
Diante disso surge o movimento anti-trabalho (ou anti-trabalhista), ao qual eu não conheço muito mas estou em busca em aprender (e compreender mesmo que se não concordar).
Eu não sou historiador, acadêmico, youtuber e nem intelectual. Por isso, eu espero que esse thread desperte a curiosidade para que vcs continuem interessado e pesquisando para buscar mais compreensão e correção do que eu possa ter mal interpretado ou compreendido (mesmo não concordando).
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2020.06.03 13:19 ThorDansLaCroix O que é Fascismo (2da Edicao 2020)

Edit: tem um user nos comentarios falando que eh tudo inventado. Eu apresento as obras e autores para vcs confimarem por si mesmos. Confirmem nas obras e nao caiam no mal caratismo das pessoas.
Antes o papo era que Nazismo eh de esquerda e agora o papo eh que antifascistas sao fascistas. Ou socialismo em geral é fascista. E eu vejo que as campanhas populistas nunca falam do socialismo clássico fazendo correlações falsas com as ideologias de esquerda de hoje.
Vamos falar desse socialismo para buscar entender de onde vem e o que é fascismo.
O termo "socialismo" existe desde a Grécia antiga. É citado tanto por Platão em seu livro "A República" como também por Cícero na Roma Antiga. Oswald Spengler em seu livro "Prussianismo e Socialismo" publicado na década de '20, fala do Socialismo Prussiano (ou socialismo Teutonico/Germanico que data desde a epoca da queda do Imperio Romano). Esse socialismo que eles citam é o socialismo conservador.
As características do socialismo conservador (socialismo de direita) varia depende da época e povo, mas em geral se caracteriza por um estado paternalista, privilégio hierárquico social, preservação das instituições como religião e estatais (que ditam a vida das pessoas), o governo em controle da economia, preservação do capitalismo corporativista, nacionalismo, entre outras coisas. Algumas vertentes do socialismo conservador vão preferir a ditadura presidencial ou monarquia, enquanto outras vertentes vão preferir a democracia parlamentar ou presidencialismo.
Algumas vertentes, como o socialismo Prussiano/Germânico/Teutônico, tendem a hegemonia nacionalista. Tem vertentes que abolem a propriedade privada. Mas nenhuma das vertentes é contra o capitalismo, mas o contrário, são defensores do capitalismo corporativista pq acreditam que a prosperidade da elite reflete na prosperidade em sociedade.
Eu sei que muitos defensores do capitalismo dizem que capitalismo é somente quando ha estado minimo e nao intervenção na economia. Mas na verdade, tal descrição é do liberalismo e não do capitalismo (nem todo capitalismo é liberal). Mas eu explico isso melhor mais a frente.
Continuando... O termo socialismo vem da ideia do que o cidadão toma conta um do outro (hierarquia social), se foca em suas aptidões e trabalho visando a grandeza da nação (nacionalismo), abre mão da competição individualista liberal de enriquecimento e ascensão/prestígio pessoal (considerado liberalismo) e aceita sua posição social, não havendo assim conflito entre classes e todos focados no trabalho e grandeza da nação.
Independente da vertente, o princípio é que a nação deva ser regida como uma orquestra, ou como uma sociedade de formigas e abelhas. Ou como no caso da Prússia, como uma hierarquia militar. Não tentar ser o que vc nao eh. Como em uma orquestra o objetivo é ter a sociedade funcionando em harmonia. O solista não compete com o regente para ser regente, os demais da banda não competem com o solista. E assim buscam ter a estabilidade social como havia na idade média e demais épocas passadas.
O primeiro grande conflito contra o Socialismo Conservador (A princípio monárquico absolutista e feudal) eh o Liberalismo, que surge no meados de 1600' com o Inglês John Locke, conhecido como o pai do liberalismo. Surgiu como briga pela liberdade individual. Tal liberdade individual significa participação no poder (democracia), liberdade de expressão (poder questionar a sociedade e poder vigente), liberdade religiosa em que você pode escolher sua religião e não ser obrigado a seguir uma religião imposta pelo estado ou sociedade, livre comércio que é a liberdade individual em comercializar sem as oligarquias das guildas feudais (e depois estado) limitando a competição, igualdade de gênero que se opõem a hierarquia e determinismo social, e propriedade privada (o que para o liberalismo clássico significa o fim do domínio oligárquico dos grandes proprietários de terras, os senhores feudais).
Em resumo, o liberalismo significa a emancipação do camponês, podendo assim ser proprietário de terra e consequentemente competir individualmente para a prosperidade individual. Ou seja, o fim dos privilégios socioeconômicos de uma elite oligárquica. Thomas Paine, um dos fundadores dos EUA e filósofo, defendia a renda básica em 1797, em um panfleto que ele escreveu chamado Justica Agraria: https://en.m.wikipedia.org/wiki/Agrarian_Justice
O conflito entre Socialistas Conservadores, que buscavam a volta dos princípios do feudalismo na época, e Iluministas liberais (Republicanos liberais) culminou na grande primeira revolução política, a Revolução Francesa em 1789-1799.
Uma curiosidade: O primeiro movimento feminista começou junto com o movimento de independência dos EUA em 1776. A própria declaração de independência dos EUA cita que todos os cidadãos, homens e mulheres, são criados iguais e livre. Uma das primeira obras do movimento feminista foi escrito por Mary Wollstonecraft, chamado "Vindication of the Rights of Women" publicado em 1796. As feministas esquerdistas vão surgir bem depois (após o surgimento do movimento operário de esquerda, Marxismo, na segunda metade de 1800).
Historicamente a direita é o que busca preservar ou conservar os princípios e tradições políticas, econômicas e sociais passadas (conservadorismo) enquanto a esquerda eh o que busca mudar os princípios tradicionais com novos princípios e ideias. Sendo assim, historicamente o Socialismo original (Conservador) defendia a monarquia, engessamento social e feudalismo, e sentavam à direita do rei (por isso chamados de direita). Os liberais (o que inclui os jacobinos citado por Max Weber em "A ética protestante e o espírito do capitalismo") sentavam à esquerda do rei (assim chamados de esquerdistas). Logo, os principios iluministas liberais tepublicano capitalista eh originalmente um movimento de esquerda.
O termo socialismo em si começou a ficar mais em voga a partir do monarca austríaco Klemens von Metternich em 1847, que junto com demais monarquistas, começaram suas campanhas contra o liberalismo.
O socialismo marxista (socialismo de esquerda) surge apenas a partir da segunda metade de 1800', quando Karl Marx, que inicialmente era liberal capitalista, chegou a conclusão que o problema das sociedades se resumem em conflitos de classes e que por isso, o ideal seria haver uma sociedade sem classes sociais, e consequentemente sem capitalismo.
Veja que tanto o socialismo/comunismo (socialismo limeral) quanto o socialismo classico buscam a estabilidade social. A diferenca eh que o primeiro busca pelo fim das classes sociais/capitalistas e o segundo pelo engessamento das classes sociais.
O socialismo liberal (Socialismo Marxista) eh irmao do Liberalismo capitalista. Ambos são frutos do Iluminismo Britânico e seu princípio no "contrato social" que surgiu com Thomas Hobbes (1651) e em seguida deu fruto ao Liberalismo com John Locke (1689). Ambos sao contra o socialismo conservador, que se opoem a liberdade individual e social tanto do republicano capitalista quanto do anti-estado comunista, socialista e anarquista,
O socialismo, comunismo e anarquismo surge como um novo movimento dentro do liberalismo iluminista, pq foi observado que após a implantação do estado republicano, políticos, classe econômica e capitalistas industriais usavam a máquina pública visando interesses próprios. O exemplo mais claro disso foi com a primeira república instaurada pela Revolução Francesa. O classe capitalista que servia a corte com seus produtos, e que por isso estavam mais próximo dos nobres, foram os que obtiveram o poder e influência no estado após a revolução. O resto da população continuava na miséria sem emancipação econômica e conflitos armados mataram muita gente nessa briga pelo poder. Já países onde houve mais emancipação dos camponeses que viraram proprietários de terras, os movimentos anticapitalista e anti-estado não foram tão fortes e o capitalismo foi melhor aceito pela população em geral (Inglaterra e EUA).
Em resumo, o socialismo original que existe desde os principios da obra "A Republica" de Platao, eh um socialismo conservador e que por isso de direita. Contra tal conservadorismo que na época era Monárquico absolutista e feudal, surgiu o Liberalismo Republicano (esquerda). Mas o primeiro passou a ser a terceira via quando os liberais republicanos se tornaram os conservadores, e então direita, e os opositores esquerda.
Os monarcas e antigos senhores feudais faziam campanhas políticas para conseguir suas terras e poder económico de volta. E em geral eles tiveram muito apoio da classe média (que eram os artesãos na idade média). Era um movimento que buscava voltar ao feudalismo ou da monarquia absolutista (ou ambos) para obter o socialismo conservador de volta (classe social engessada). Pq o iluminismo que culminou no liberalismo, fez com que os donos de terras e artesãos (que se tornaram classe média no capitalismo) perdessem seus privilégios e estabilidade social. Principalmente os artesãos que no feudalismo tinham o mercado protegido pelas guildas mas no capitalismo passaram a ter que competir para não virar classe trabalhadora (pobre). Além de se verem obrigados a fazer dívidas com bancos para conseguir competir, etc… e nessas campanhas surgem movimentos como o pan-europeu, defendendo privilégios sobre terras, poder, mercado e posição social como sendo um direito natural étnico, nacionalista, sanguíneo, etc. E eh dia que comeca a formar o fascismo.
Os estadistas e capitalistas que estão no topo da cadeia social, no capitalismo republicano, começam a fazer campanhas e políticas contra o socialismo clássico que visa o fim da competição individual social liberal.
E para obter o apoio da classe média, começam a oferecer alternativas de estabilidade social como o estado assistencialista ou segregação social (quando não ambos). Essa segregação social é uma forma de garantir a estabilidade social reduzindo a competição social, dando privilégios a certos grupos e segregando outros ao acesso de emergir a tais classes privilegiadas.
O Imperador Prussiano Bismarck que tentou modernizar a Alemanha acabando com o poder dos antigos senhores de terras e as tendência de preferência pelo socialismo clássico da população em geral, implementou o estado de bem estar social em 1883, para obter o apoio da população pelo estado liberal.
A classe média também fazia campanhas para obter apoio da classe operária contra os capitalistas (donos de fábricas) classe econômica (donos de bancos e demais instituições financeiras), pq a classe média (artesãos ou pequenos empresários) não conseguem competir com grandes empresários capitalistas, e viam os bancos (em que os judeus tinham a fama de serem os donos) como parasitas que vivem dos juros das dívidas da classe média.
Essa união entre classe média e operários tende tanto para o estado de bem estar social (democracia social) quanto para o lado que ainda busca a estabilidade social através da segregação social (limitando minorias na competição social). Esse segundo eh de onde vem o fascismo. A carteira de trabalho implementada pelo Mussolini foi a forma de dar maior garantia de estabilidade social aos trabalhadores nacionais e assim aceitarem suas funções/posições operárias.
Em resumo, o fascismo busca a estabilidade social, através da segregação social limitando a competição social (engessando as classes sociais em dificultando minorias em emergir socialmente, gerando então menos competitividade e estabilidade social para as classes privilegiadas). Essas minorias podem ser desempregados, estrangeiros, negros, judeus, etc.
A questão do estado é uma forma de garantir tal estabilidade social através do nacionalismo (limitando direitos e acesso a estrangeiros ao mercado de trabalho) por exemplo. Como também usando a máquina burocrática para beneficiar alguns (militares, políticos, latifundiários, algumas classes de empresários) e limitar outros grupos a competição social com os privilegiados.
Logo, estado inchado e burocratico por si so nao eh fascismo. Isso seria uma falsa correlacao. O estado é só uma ferramenta. O fascismo é a segregação socioeconômica em busca de estabilidad social.
Todo discurso sobre supremacia étnica, nacional, racial, etc, são discursos populistas para ganhar a massa com simplismo, medo, pseudo ciência e mitologias. Por trás de tudo isso está o controle da massa pelo medo da falta de estabilidade social, então transformada em medo social (ao estrangeiro, pobre, negro, judeu, mulheres, movimentos como o feminismo, etc).
O Nazismo em si eh o socialismo prussiano (conservador) em sua forma altamente populista (tentar ganhar apoio popular culpando Judeus e demais estrangeiros pelo desastre econômico pós primeira guerra).
Eu entendo que muita gente associa o comunismo com ditaduras e falta de liberdade, e consequentemente com Nazismo. Como tambem associam capitalismo sendo sinonimo de liberalismo. Mas como a maioria do conhecimento popular, isso eh apenas um emaranhado de correlações falsas populistas.
O liberalismo clássico em si eh contra o "pro business". Adam Smith já dizia que grandes empresários eram uma ameaça ao Liberalismo e democracia, já que quando empresas obtêm grande poder elas passam a ser como um estado ou a manipular o estado. Eh ai que o liberalismo clássico se difere do Neo-Liberalismo ao qual eh "pro-business" com a filosofia de que quanto mais grandes empresários ganham dinheiro mais dinheiro é escoado na sociedade, levando prosperidade econômica a todos..
Por mais que muitos hoje dizem que o capitalismo só funciona quando não tem intervenção governamental, os liberais clássicos viam que governo é importante para que haja capitalismo (diferente dos anarquistas capitalistas). Max Weber mesmo escreveu sobre a teoria do Iron Cage que diz que o crescimento do estado é uma demanda do próprio capitalismo para que o capitalismo possa crescer (Neoliberalismo).
Para aqueles que leram até aqui eu agradeco pela atencao e tolerância em buscar conhecer ou entender uma outra perspectiva (Entender um ponto de vista nao eh sinonimo de concordar, e por isso eu não estou esperando que haja concordância).
Eu por exemplo nao gosto e nao concordo com o socialismo conservador, mas eu busquei as obras de Spengler quanto a de Platão para entender melhor o que de fato eh o conservadorismo, socialismo e nazismo. Da mesma forma que eu não concordo com o comunismo, mas eu busquei entender o que é comunismo lendo Marx entre outros (ao qual também existem inúmeras vertentes em que discordam uns dos outros).
Eu sei que muita gente se recusa a ler "O Capital" de Marx pq eh um livro comunista. Mas o livro quase não fala sobre comunismo ou socialismo liberal. O livro todo aborda e analisa o capitalismo, e ao contrário do que muita gente pensa, ele não fica o livro todo criticando o capitalismo. No livro ele muitas vezes fala até bem do capitalismo em certos pontos (mas a conclusão final dele eh que o sistema precisa ser substituído ou será substituído naturalmente), mas em geral ele apenas apresenta uma análise do sistema, motivo pelo qual eh ainda um livro lido e estudado nos cursos de economia (mesmo que ninguém concorde ou defenda Marxismo.
Para finalizar com uma última curiosidade. Algo que todos esses sistemas têm em comum, independente de eh contra ou afavor de estado, contra ou a favor da liberdade individual, contra ou a favor do capitalismo, é que todos eles tem como engrenagem a questão do trabalho. Max Weber explica a implicância da "doutrina do trabalho" que vem da ética religiosa que passa a fazer parte do espírito do capitalismo (e seu princípio meritocrático). O socialismo conservador, principalmente em fascismo (e nazismo) tem como princípios o trabalho como forma de liberdade do interesse individual (considerado corrupção social) visando o grandeur da nação. O Comunismo tem como princípio o poder da mão de obra dos trabalhadores como a geração de riquezas ao qual o capitalista extrai riqueza e desejam que os trabalhadores fiquem com tal riqueza.
Mas tem uma vertente comunista chamada comunista autônomo que surgiu na itália, que é contra tal "doutrina do trabalho". Segundo eles, a engrenagem do capitalismo é a doutrina do trabalho e que por isso, o comunismo está fadado a falhar e retornar ao capitalismo pq eles mantêm tal engrenagem.
Diante disso surge o movimento anti-trabalho (ou anti-trabalhista), ao qual eu não conheço muito mas estou em busca em aprender (e compreender mesmo que se não concordar).
Eu não sou historiador, acadêmico, youtuber e nem intelectual. Por isso, eu espero que esse thread desperte a curiosidade para que vcs continuem interessado e pesquisando para buscar mais compreensão e correção do que eu possa ter mal interpretado ou compreendido (mesmo não concordando).
Para pessoas sem caráter que sempre fala da liberdade de expressão e acusa protestos de minorias e esquerdas de fascismo por serem violentos, mas sempre terminam a conversa demonstrando suas frustrações e intolerância com violência verbal e ataques pessoais, serão ignorados por mim.
submitted by ThorDansLaCroix to brasilivre [link] [comments]


2020.05.18 16:03 silosenivengo “Coronavirus, quimera, distopía y utopía” (Marat, el comunista sin partido)

«Quimera es que necesites pedir una ayuda al SEPE (Servicio Público de Ayuda Estatal) y no dispongas de ninguno de los sistemas de certificación electrónica -certificado digital, DNI electrónico, [email protected] (para un solo uso, por lo que hay que pedir una nueva clave para cada uso nuevo) y [email protected] permanente-. La odisea que te espera para conseguirlo está a la altura de la de Ulises. Tanto que acabas teniendo que recurrir a tutoriales en vídeo para ver cómo conseguir ese sistema de certificación electrónica. Todo ello para descubrir que no puedes pedir cita online con el SEPE o encuentres que tu situación para solicitar un subsidio no está dentro de los supuestos de los que te informa la web de este servicio.
»Distopia es que haya millones de españoles e inmigrantes cuyos hijos dependan de la caridad para comer, distopía son las enormes colas de nuevos pobres, distopía es que haya seres humanos que tienen que jugarse cada día una gran multa para continuar con sus actividades en una economía sumergida de la que no pudieron salir porque, de otro modo, no pueden sobrevivir.
»Los contenidos audiovisuales que hablan de sociedades totalitarias y policiacas, de destrucciones de la tierra, de pandemia, de apocalipsis, de animales extraños que nos heredarán, luego de acabar con el género humano, del día después de…, más allá del mero entretenimiento, tienen el objetivo de ir generando la aceptación ante cualquier decisión del poder económico y político que nos conduzca a la sumisión de la voluntad o a la acatar la pérdida de libertades ante peligros inminentes.
»Esos son los contenidos que ayudan a justificar a los chivatos policías de los balcones, que explican las comparecencias de militares, guardias civiles y policías durante las primeras semanas en ruedas de prensa que nos explicaban el día a día del coronavirus, que han intentado colocarnos, y en parte lo han logrado, aplicaciones en los móviles dedicados a nuestro seguimiento.
»La utopía es la esperanza para los cristianos que buscan un mundo mejor también aquí. A su lado, no más lejos, los comunistas podemos compartir la fraternidad y la denuncia ante la desigualdad que sufren los desheredados de nuestra clase.
»La COVID-19 no ha creado una nueva crisis. La ha acentuado. Pero creer que el paro actual, la ausencia de recursos económicos, es lo peor que le ha ocurrido a la clase trabajadora es no entender casi nada. Lo que viene ahora es la salida del capital a esta nueva fase de la crisis que ahora le ahoga. Su recuperación, nuestra miseria. En unos meses veremos su actuación.»
http://marat-asaltarloscielos.blogspot.com/2020/05/coronavirus-quimera-distopia-y-utopia.html?m=0
submitted by silosenivengo to Gulag_Podemos [link] [comments]


2019.12.31 21:43 JorgeAmVF Subs em português ou sobre cultura lusófona criados em 2019

Subs em português ou sobre cultura lusófona criados em 2019
Pelo menos 259 subs foram criados em 2019; assim, 2019 foi o ano em que mais subs lusófonos foram criados desde 2008 - ultrapassando 2017 (~234).
Obviamente, nem todos os subs em português ou sobre cultura lusófona criados esse ano se encontram aqui, pois o ano ainda não acabou e é provável que mais subs criados em 2019 sejam encontrados nos próximos anos.

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orochinho 17563 31/07/2019
patopapao 10646 07/02/2019
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CarlaBrasil 7486 02/01/2019 Sim This subreddit is for posting content relating to Carla Brasil.
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transumanismo 2 02/01/2019 Não Sub lusófono para discussão e compartilhamento sobre transumanismo.
cultobastter 6 03/01/2019 Não Para aqueles que acreditam que a Bastter.com eh um culto pega-sardinha tanto quanto os outros sites de investimento. Postem aqui tudo que voces acharem engracado ou digno de critica! O que ele tiver deletado ou o que mais quiserem...
Brasucas 1 04/01/2019 Não Comunidade livre para brasucas.
Idiomas 1161 05/01/2019 Não Essa é uma comunidade destinada a assuntos sobre idiomas.
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nba_brasil 1 05/01/2019 Não Opa, você não quis ir para o /nbabrasil ?
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portugalliberal 62 11/03/2019 Não Um grupo de discussão apartidário, transparente e positivo sobre o liberalismo em Portugal. O objectivo é esclarecer sobre o que é o liberalismo e o que querem os liberais em Portugal.
Canhotos_bandidos 5 11/03/2019 Não Subreddit destinado para postagens de material que mostra atos ilegais de esquerdistas.
BrasilEsportes 124 12/03/2019 Não Página dedicada aos brasileiros do mundo todo para falar dos seus esportes preferidos além de notícias, eventos, etc e também, porque não, um espaço para darmos aquela trolada no time adversário
mesoclise 11 12/03/2019 Não Subreddit para postar imagens de pessoas usando mesóclise corretamente. Convenhamos, toda mesóclise merece um upvote.
Kaskaria 3 14/03/2019 Não Seu repositório diário de memes, vídeos engraçados e outras coisas sem utilidade.
startups_pt 2 14/03/2019 Não Discussão sobre o mundo das startups em Portugal.
polemicas 75 16/03/2019 Não Voltamos! Subreddit em português criado para discutir assuntos polêmicos sem qualquer tipo de censura.
boatarde 11 17/03/2019 Não Boa tarde! Inscreva-se também em: bomdia boanoite
soccerPT 7 17/03/2019 Não Todo o futebol: em português. Comunidade aberta a qualquer tema relativo a futebol.
KaikerTV 184 18/03/2019 Não Deixe Memes para o canal do Kaiker
bettina 16 18/03/2019 Não oi, eu sou a bettina tenho 1 milhão de anos e 22 reais de patrimônio acumulado
empreendedorismopt 1 18/03/2019 Não Um espaço para discutir o empreendedorismo em Portugal.
PortoSexDating 25 20/03/2019 Não A olace to find and meet people in Porto (sex related)
Cavaleiros_do_Zodiaco 4 20/03/2019 Não Para todos os fãs de Os Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya).
Filmes_e_series_Nerds 1 20/03/2019 Não A nova casa de quem gosta de filmes de super heroi, viagens no tempo, zumbis, ficção científica...
MariParaiba 691 23/03/2019 Não A subreddit dedicated to the breathtaking Brazilian volleyball player Mari Paraiba.
LisboadeBorla 8 25/03/2019 Não Free Events and places in Lisbon, Portugal
MemesUmidos 3 25/03/2019 Não Tipo o dankmemes mas com menos graça.
SPQAM 1 25/03/2019 Não Senatvs Popvlvsqve Arstotzka Magna O Senado e Povo de Arstotza Magna é uma miccronação fundada no dia 18 de março de 2017, pelo imperador Caesar Vulpes Petrus Machadus. Sua ideologias são: o castilhismo, o tenentismo, o monarquismo e o fascismo britânico (vide Sir Oswald Ernald Mosley). Este subreddit foi criado para a confraternização entre seus cidadãos e discussão de temas inerentes ao governo da Nação.
JogoLivre 1 25/03/2019 Não O sub de jogos livre de censura
SupercarrosPortugal 12 26/03/2019 Não Aqui podem pôr todos os carros raros ou invulgares que encontrarem!
UNIFESP 1 27/03/2019 Não
SemCensura 15 29/03/2019 Sim Comunidade dedicada ao "Sem Censura", programa de entrevistas exibido pela TV Brasil.
mamaspapasbebes 3 02/04/2019 Não reddit de apoio ao site "Ser Pai é..." e local de discussão de ideias acerca da Paternidade / Maternidade
fodase 2 03/04/2019 Não FODA-SE
contraAO 15 04/04/2019 Não Redditores contra o acordo ortográfico.
projeto 7 04/04/2019 Não
brasilcentro 222 05/04/2019 Não Primeira comunidade Brasileira de extremo-centro do reddit brasileiro.
loylinha 875 06/04/2019 Não subreddit da layla ai
mulherdepau 64 07/04/2019 Não mulher de pau mulher de pau mulher de pau mulher de pau mulher de pau mulher de pau mulher de pau mulher de pau mulher de pau mulher de pau mulher de pau mulher de pau
trashyBrazil 16 08/04/2019 Não Um recorte da sociedade mau caráter, imunda e irresponsável que temos no Brasil de 2019.
AskABrazilian 41 09/04/2019 Não Ask a Brazilian person.
ateu 20 12/04/2019 Não Comunidade brasileira dedicada exclusivamente à publicação de conteúdos ateístas.
TropicalRussians 216 14/04/2019 Não Will do later
AnnaRitaCerqueira 204 14/04/2019 Sim Anna Rita Cerqueira
NathaliaAlves 29 14/04/2019 Sim Nathalia Alves
gerir_pequeno 2 15/04/2019 Não Empreendedorismo, Micro-empresas e divulgação
Universodaarte 5 16/04/2019 Não Aqui é um lugar feito para pessoas que querem; Força da comunidade, adquirir conhecimentos artísticos, publicação de artes: digitais, tradicionais e entre diversas outras... Não importa seu nível, seu estilo ou qual tipo de arte você faz. Você é bem-vindo aqui.
SCPPTBR 8 17/04/2019 Não Subreddit da filial lusófona da Fundação SCP, para discussões em português sobre os SCPs brasileiros, portugueses e internacionais.
brasilcentro_drama 0 18/04/2019 Não brasilcentro_drama
PilulaVermelha 42 19/04/2019 Não Comunidade em português baseada na de língua inglesa "The Red Pill". A sociedade moderna, por inúmeras razões, trouxe uma grande mudança na dinâmica sexual entre homens e mulheres. Em analogia à pílula vermelha do filme Matrix, esse sub se propõe a esclarecer como quase tudo que fomos ensinados em relação à essa dinâmica sexual pelos nossos pais, TV, etc. está errado, como isso prejudica o homem moderno, e como sair desse buraco.
polemicas2 2 19/04/2019 Não backup do polemicas
poliamor 89 27/04/2019 Não Este é um lugar de amor livre. Vamos debater sobre nossas dificuldades e realizações poliamoristas.
Gurgel 41 27/04/2019 Não Comunidade para falar do carro Gurgel e de seu idealizador João Amaral Gurgel
Solteiros 71 29/04/2019 Não Local para solteiros e solteiras se descobrirem, conversarem e quem sabe rola algo depois?
Jeitinhobrasileiro 5 29/04/2019 Não Compartilhe aqui as formas não convencionais de resolver os mais diversos problemas da vida cotidiana, dicas, macetes, gambiarras, lifehacks etc.
Olavo_de_Carvalho 2 02/05/2019 Não
LuizPhilippe 1 02/05/2019 Não Em apoio ao nosso Dep. Federal Luiz Philippe de Orléans e Bragança
claricelispector 6 03/05/2019 Não A subreddit for fans of the 20th century author Clarice Lispector.
corrupcao 232 04/05/2019 Não Subreddit para publicação de notícias, criação de debates e denúncias (anónimas ou não) acerca da corrupção em Portugal, e das diversas maneiras de solucionar este problema que afecta gravemente o nosso país. Só serão consideradas as corrupções noutros países, ou na UE, quando existe uma relação minimamente perceptível entre a mesma e Portugal.
MancheteCorrigida 109 05/05/2019 Não Inspirado na iniciativa gringa do HeadlineCorrections, o Projeto de Correção das Manchetes Fake News nasceu para combater as mentiras e engodos da Grande Mídia. Nós fazemos correções honestas de manchetes desonestas. Saia do curral!
Felca 21 06/05/2019 Não Felca do Youtube, o pewdiepie brasileiro
Encontros 1 08/05/2019 Não comunidade de Encontros no Reddit
Fisicou 81 09/05/2019 Não sub criado com o objetivo de dialogar sobre ciências e afins.
BotaDemaisGrande 38 09/05/2019 Não Rosas são vermelhas Eu gosto de brigadeiro Basicamente o BootTooBig so que em brasileiro.
SciCast 1 09/05/2019 Não SciCast Brasil
Portgueis 29 10/05/2019 Não Igual ao Engrish, mas com português.
brasilisentao 14 10/05/2019 Não a bolha acima e entre todas as bolhas.
Portuges 2 10/05/2019 Não Igual ao Engrish, mas com português
oracoesonline 2 17/05/2019 Não Encontre sua prece aqui!
ProducaoMusical 47 19/05/2019 Não Essa comunidade tem o intuito de unir os produtores musicais brasileiros para uma troca de experiências, dicas, ferramentas e mais coisas voltadas a produção musical.
MatoGrosso 2 21/05/2019 Não Um lugar para compartilharmos notícias e debater assuntos que importem ao estado do Mato Grosso.
novismo 4 25/05/2019 Não Movimento onde ponho minhas anotações como historiador
AmizadeVirtual 91 03/06/2019 Não Cópia de makingfriends para brasileiros
pescocofino 9152 07/06/2019 Não Bem-vindo a nata do chorume da internet brasileira
ContosEroticos 123 07/06/2019 Sim Contos Eróticos em Português. Contribuições são bem vindas.
AcademicosBrasileiros 267 08/06/2019 Não Comunidade dedicada à discussão de assuntos acadêmicos dos mais diversos. Assim, podemos discutir filosofia, ciência, questões políticas que dizem respeito ao meio universitário, entre outros. Seja bem-vindo!
brazilcaralho 1 10/06/2019 Não brazilcaralho
AnkiFlashcards 88 16/06/2019 Não Brazilian subreddit about the Anki flashcard program. Anki increases the efficiency of the revisions through the spaced repetition system. It's used by students from different areas. Members of other countries are welcome. Feel free to post in English or Portuguese! Subreddit brasileiro sobre o programa Anki flashcard. Anki aumenta a eficiência das revisões através do sistema de repetição espaçada. É usado por estudantes de diferentes áreas. Membros de outros países são bem-vindos.
HoraDaComida 41 16/06/2019 Não Sub dedicado para compartilhar receitas feitas por vocês próprios ou belas comidas compradas por vocês
BairroDoLimoeiro 102 18/06/2019 Não Bem vindos ao Bairro do Limoeiro, aonde coelhos de pelúcia pesam mais que um caminhão, Louco é deus e Xaveco só se fode. Seja sempre educado e não rouba as goiaba do Nhô Lau. A dona da rua ta de olho em voceis tudo.
marlonteixeira 3 18/06/2019 Não we love marlon
CienciasReddit 0 22/06/2019 Não A Comunidade Científica do Reddit abrande todos os cidadãos, cientistas e pessoas com envolvimento na busca do conhecimento e progresso a ciência!
Valiria 133 23/06/2019 Não Subreddit brasileiro dedicado às Crônicas de Gelo e Fogo, demais obras de George R. R. Martin e suas adaptações.
fazeramizades 41 23/06/2019 Não Comunidade de encontros em Portugal
AliExpressBR 150 27/06/2019 Não Olá, Bem vindo(a) à AliExpressBR! Esta Comunidade é para os brasileiros que adoram importações, Aliexpress, Ebay Amazon e outros. A participação de todos é muito importante. Compartilhem suas dicas, compras e dúvidas.
Vectra 2 27/06/2019 Não Sub para reunir brasileiros admiradores de Vectra
Pipoca 21 28/06/2019 Não Loucos por filmes e séries
VidaSaudavel 4 28/06/2019 Não subreddit para pessoas que desejam compartilhar informações e dúvidas sobre qualidade de vida
Calopsita 4 28/06/2019 Não Subreddit para quem ama psitácideos !
Tormenta 156 29/06/2019 Não Tormenta is a Brazilian campaign setting for role-playing games that is played with D20 System
brasilivrelivrelivrel 1 29/06/2019 Não ivre
Literatura_on_Reddit 30 01/07/2019 Não Esta comunidade serve para dar a conhecer o trabalho de escritores desconhecidos.
JulianaSalimeni 141 02/07/2019 Sim Juliana Salimeni
BrasildaDepressao 40 02/07/2019 Não Você, de qualquer desse nosso país, do Caburaí ao Chuí. Entre! A casa é sua. Está livre para falar o que quiser, só respeite as regras da casa.
AnnaAvila 28 02/07/2019 Sim Anna Avila
Receitas_LowCarb 1 02/07/2019 Não subreddit para quem descobriu qualidade de vida no low carb
curagay 13 05/07/2019 Não Você é gay? Nós temos a cura.
incellivre 1 05/07/2019 Não Você quis dizer BrasilLivre?
br_ 0 07/07/2019 Não Comunidade do Brasil. Aqui você pode expressar sua opinião livremente, sem medo de ser bloqueado ou excluído. A regra é clara, Arnaldo: "se não for criminoso, é lícito!"
Gado 5 08/07/2019 Não Gado D++++
aplicativos 83 09/07/2019 Não Comunidade dedicada a temas relacionados à todas as categorias de aplicativos. Sinta-se à vontade para enviar comentários, dicas, indicações, críticas, avaliações e sugestões de desenvolvimento de apps.
Temer 1 10/07/2019 Não Subreddit de Michel Temer.
geopolitica 527 15/07/2019 Não Espaço para discussões de geopolítica e política internacional.
JenniferAuada 190 15/07/2019 Não Jennifer Auada
Seguranca 2 16/07/2019 Não Sub brasileiro dedicado a notícias e discussões sobre segurança da informação.
EuphoriaBr 1 18/07/2019 Não EuphoriaBr é uma comunidade para discutir ideias sobre a séries de tv da HBO no idioma português.
AmongUsBR 9 19/07/2019 Não Jogue on-line ou via Wi-Fi local com 4 a 10 jogadores enquanto tenta preparar sua nave espacial para a partida, mas tenha cuidado, pois um deles será um impostor disposto a matar todos! Os tripulantes podem ganhar completando todas as tarefas ou descobrindo e votando no impostor fora do navio. O Impostor pode usar sabotagem para causar o caos, facilitando as mortes e melhorando os álibis. Disponível para Android, IOS e Steam
sulistas 2 19/07/2019 Não Subreddit para sulistas e simpatizantes da causa sulista.
separatistas 1 19/07/2019 Não Para separatistas
Amdrezim 1 23/07/2019 Não canal do amdrezim
5aserie 6 24/07/2019 Não O indivíduo sai da quinta série mas a quinta série não sai do indivíduo. "E o bambu?"
FicouGratis 2402 25/07/2019 Não Normalmente é pago. Hoje não. Temporarily free offers. English speakers are also welcome.
acabouamamata 1 25/07/2019 Não Todos os nossos problemas estão resolvidos
brasilsempolitica 35 26/07/2019 Não tipo o /brasil só que sem posts de politica
paulinhogogo 0 26/07/2019 Não Todo dia a música do Paulinho Gogó em um idioma diferente.
KarinaFlores 24 28/07/2019 Sim Karina Flores
orochinho 17563 31/07/2019 Não Este subreddit foi criado para publicações e memes relacionados ao canal do tio orochi, e qqr coisa q ele possa usar em video!
clubedorap 100 01/08/2019 Não Ritmo & Poesia! Espaço para vocês compartilharem e ouvirem músicas de rap como prioridade. Fiquem a vontade para compartilharem conteúdo desse e dos outros elementos do hip-hop!
TrocaDeHardware 42 07/08/2019 Não Um lugar para vender, comprar e trocar todo tipo de hardware relacionado à informatica.
DivulgueDireito 40 07/08/2019 Não Esta comunidade foi criada pensando nos Advogados e pessoas com dúvidas jurídicas. Aqui você (Profissional) pode publicar artigos jurídicos atualizados a partir de 2017 (mais antigos que isso não aceitaremos); o texto ou artigo deve ter dicas e orientações a clientes ou futuros clientes - salientando sempre que o melhor é buscar ajuda profissional, de pessoa habilitada no assunto a ser 'solucionado' judicialmente! Obrigada por cumprir as regras!
gatinhos 1 08/08/2019 Não miau!
PuddingsUtopia 354 09/08/2019 Não Reddit para os fãs do cazum e sua comunidade.
PsiconautasBR 80 09/08/2019 Não psychonaut da comunidade brasileira!
SuicidioAssistido 1 09/08/2019 Não Aqui é um espaço para que você possa desabafar tudo o aquilo que te faz sofrer e que guarda apenas para você
MariaFernandaGalvao 805 10/08/2019 Sim Maria Fernanda Galvão (@fegalvao_)
homebrewingpt 65 10/08/2019 Não Subreddit dedicado à produção de cerveja artesanal em Portugal
rinhadegado 71 12/08/2019 Não Lugar definitivo para embates de esquerda versus direita, ou simplesmente para encontrar alguém para discordar de você. É aqui onde /brasildob, /brasil e /brasilivre se reunem para desferir suas insanidades argumentativas.
CreepypastaBrasil 4 12/08/2019 Sim Espaço dedicado ao compartilhamento de Creepypastas e Literatura de Horror e Terror. Conteúdo original em pt-br.
humanismosecular 1 14/08/2019 Não Descrição em breve.
AntinatalistasBrasil 43 15/08/2019 Não Comunidade criada pensando nas pessoas que, como eu, são contra natalidade; trazer filho ao mundo nos tempos em que vivemos: Por que? 1 - Seja porque a pessoa ou casal não tem recursos suficientes para criar bem, dar boa saúde e educação e o Estado brasileiro não está se lixando com o mínimo existencial; 2 - Seja porque o mundo, e o Brasil em especial, já tem criança suficiente para muitas gerações - ADOTEM! 3 - Não sofrer; não se deprimir; AFINAL, não PEDEM PARA NASCER!
PoliamorBrasil 7 21/08/2019 Não Poliamor é a prática, o desejo de ter mais de um relacionamento íntimo simultaneamente com o conhecimento e consentimento de todos os envolvidos. Este subreddit foi criado para discutirmos este e assuntos relacionados.
MaseoPT 166 22/08/2019 Não Aqui são postados prints de brasileiros tentando justificar as ações de certos políticos enquanto cita o PT ou o Lula, mesmo que o partido ou o ex-presidente em si não tenha nenhuma ligação com o assunto. Memes ou postagens mais sérias relacionadas ao tema também são aceitos. OBS.: Apesar dos designs, esse subreddit não é necessariamente petista, aqui todos são bem-vindos aqui, desde que sigam as regras.
NaoMonogamiaBrasil 15 22/08/2019 Não Não-monogamia é um termo guarda-chuva para toda prática ou filosofia de relacionamento intimo que não depende estritamente dos padrões de monogamia. Este subreddit foi criado para discutirmos este e assuntos relacionados.
MarianaSampaio 7 22/08/2019 Sim Mariana Sampaio
Ray_Mattos 357 28/08/2019 Sim Ray Mattos
BarbaraEvans 67 29/08/2019 Sim Barbara Evans
RenatinhaCosta 19 29/08/2019 Sim Renatinha Costa
naluando 8 30/08/2019 Sim naluando
brasildeboa 68 31/08/2019 Não Uma comunidade para brasileiros conversarem de boa
DeboraDrumond 42 01/09/2019 Sim Debora Drumond
BrazilianPizza 226 04/09/2019 Não Brazil is a land where everything goes ... on a pizza.
ThaisBrotto 21 04/09/2019 Sim Thais Brotto
nahclisarb 4 04/09/2019 Não
loteriasresultados 2 05/09/2019 Não Fique por dentro dos resultados das loterias!
Vanessa_Vailatti 677 06/09/2019 Sim Vanessa Vailatti
BrasilEdu 45 07/09/2019 Não O subreddit é dedicado à resolução de dúvidas e na publicação de conteúdo educativo na língua portuguesa sobre as disciplinas da educação básica, academia, ocupação e trabalho.
astrologiavideos 1 07/09/2019 Não Vídeos de astrologia!
brasilpop 50 09/09/2019 Não Comunidade brasileira no reddit. Posts sobre política são proibidos.
CarolinedeCampos 6 11/09/2019 Sim Caroline de Campos
JulianaCaetano 83 12/09/2019 Sim Juliana Caetano
JulianaPaes 20 12/09/2019 Sim Juliana Paes
KarolQueiroz 19 12/09/2019 Sim Karol Queiroz
Alana_Campos 9 12/09/2019 Sim Alana Campos
PaulaRebello 6 12/09/2019 Sim Paula Rebello
mtg_brasil 3 13/09/2019 Não
tcg_brasil 1 14/09/2019 Não
Cyberbrasil 326 16/09/2019 Não E se o Brasil fosse cyberpunk?
BrasilAncap 10 16/09/2019 Não Um lugar para se discutir, mostrar e propor avanços nas liberdades individuais e econômicas em terras brasileiras. Todas as ideologias são bem-vindas, desde que agreguem ao debate.
taylorswiftbrasil 1 17/09/2019 Não we love taylooooorrrr please come to brazil (more)
brasilvirgem 2 19/09/2019 Não
Alexa_Brasil 21 21/09/2019 Não Sub para discussão sobre a Alexa em português
OlavoVsOlavo 12 21/09/2019 Não Quando Olavo contraria Olavo
Portugueis 7 22/09/2019 Não Poste aqui pronts de pessoas que estão tendo um pequeno problema para falar português
brasilCACD 154 24/09/2019 Não Grupo aberto de estudantes do CACD - Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata
belezadicas 1 26/09/2019 Não Dicas de beleza, novidades e tutoriais!
BrasilB 107 27/09/2019 Não Comunidade brasileira/lusófona dedicada a discussão de conteúdo socialista, marxista, marxista-leninista, socialista libertário e outros, abrangendo toda a gama possível de teoria e prática da esquerda radical. Somos anti-imperialistas, anti-sectários e não toleramos qualquer comportamento contrarrevolucionário, seja liberalismo, elitismo, revisionismo ou idealismo. Também temos um grupo e um canal no telegram, respectivamente: https://t.me/socialismos https://t.me/SocialismosCanal
rockinrio2019 1 28/09/2019 Não dias de rock, bebê
oguru 1 30/09/2019 Não venham ver, venham ver o extraordinário guru do reddit
cuidedevoce 2 01/10/2019 Não você merece! <3
DankMemesBR 36 08/10/2019 Não Qm usa reddit no Brasil né, ah é esqueci que so br kkkkkkkkkjjjjjjjjj
AspergersBR 10 08/10/2019 Não Uma comunidade voltada para autistas e pessoas que têm a antiga Síndrome de Asperger (pois esta foi retirada no DSM-V). Aqui qualquer tipo de ajuda às pessoas que possuem esta divergência em relação ao dito "padrão" será bem-vinda. Poderá ser postado conteúdo com notícias que envolvam toda a comunidade autista e coisas que façam com que nós tenhamos voz ativa. A primeira comunidade autista brasileira do Reddit!
budismobrasil 51 11/10/2019 Não Compartilhamento de tudo relacionado às várias vertentes do budismo, incluindo budismo secular, em português.
Cemiteriodacomedia 30 11/10/2019 Não O comedycemetery do país dos memes (CÓPIA NÃO COMÉDIA) Existe o cemiteriodohumor, mas ele não presta
budismobr 5 11/10/2019 Não Compartilhamento de tudo relacionado às várias vertentes do budismo, incluindo budismo secular, em português.
PontePretaFC 2 12/10/2019 Não Subreddit dedicado a Associação Atlética da Ponte Preta
historiamilitaronline 2 13/10/2019 Não Somos uma comunidade de constituída por professores e amantes da história militar fascinados pela tecnologia e as estratégias militares. História Militar Online é sua máquina do tempo para todas linhas de frente e os bastidores dos conflitos atuais e históricos ao redor do mundo. Visite nosso website [[email protected]](mailto:[email protected])
PessoasDoBrasil 1 14/10/2019 Não Backup para caso algo de ruim aconteça com o brasil
antipornografia 30 15/10/2019 Não Em breve.
UFOSONLINE 2 21/10/2019 Não Um canal Brasileiro, destinado a divulgar a ufologia e acontecimentos no Mundo.
brasileirospelomundo 1 24/10/2019 Não Sub criado para falar das experiências e visões de Brasileiros que se aventuram pelo mundo. Brasileiros que moram, estudam ou viajam para outros países. Participe do grupo, compartilhe suas histórias, imagens, dicas experiências. Por que mora fora do Brasil? Trabalho? Estuda? Quis mudar de vida? Ou apenas quis explorar esse mundão a fora? E agora que já viu e conheceu outras culturas o que pensa do Brasil? Consegue morar no Brasil? Qual o lugar considera mais bonito no Brasil?
ODragaoVerde 1 24/10/2019 Não
MarketingPortugal 4 05/11/2019 Não Uma comunidade que tem como objetivo a partilha e o debate de tudo o que se relaciona com o universo do marketing.
BancoInter 4 05/11/2019 Não Banco Inter
ChatAmizade 30 08/11/2019 Não Comunidade brasileira para encontrar e conhecer pessoas dispostas a conversar sobre assuntos variados.
EsquerdaInternacional 46 12/11/2019 Não Sub para se discutir tudo o que seja politicamente relevante no mundo
quimicas 3 20/11/2019 Não Uma comunidade para brasileiros que amam química
espaco 194 21/11/2019 Não Compartilhe e discuta conteúdo informativo sobre: Suas dúvidas Astrofísica Cosmologia Exploração espacial Ciência planetária Astrobiologia
engenhariamecanica 15 22/11/2019 Não Grupo focado em discussões relacionadas às diversas áreas da Engenharia Mecânica, softwares, oportunidades de trabalho, carreira, projetos de engenharia, certificações, cursos de especialização, mestrados, doutorados, entre outros assuntos relacionados ao universo da mecânica .
Viralatacaramelo 171 26/11/2019 Não O subreddit dedicado à postagem de qualquer tipo de mídia relacionado ao canino que já virou símbolo nacional.
QueroFonte 35 27/11/2019 Não Grupo para encontrar fontes por trás de fatos e afirmações. Peça ajuda e divulgue fontes.
GadoDemais 45 29/11/2019 Não A Casa dos Gados no Reddit.
torneiras 62 02/12/2019 Não Para todas as suas necessidades de suprimento hidráulico
sexualidade 246 03/12/2019 Não Subreddit em português voltado exclusivamente a discussões saudáveis sobre sexo. Sinta-se a vontade para relatar experiências sexuais, pedir conselhos ou confessar fetiches. Leia atentamente as regras antes de participar.
mathbrasil 33 04/12/2019 Não Bem-vindo a um subreddit de matemática. O objetivo dessa comunidade é ter um cenário para se discutir indagações, exercícios, carreira/educação, teoremas, etc.
pracinhagamer 730 12/12/2019 Não subreddit pra memes e coisas do canal (ou não)
Dados 170 14/12/2019 Não Divulgação de dados para falantes de português.
AskBrasil 2 20/12/2019 Não AskReddit em Português.
ConversaCasual 29 26/12/2019 Não Um subreddit para conversar em português sobre assuntos quaisquer que estiverem na nossa cabeça.
LeoCasteloBranco 10 27/12/2019 Não Informações sobre meus projetos literários e onde baixar as versões em ebook gratuitamente!
roleplaypt 22 29/12/2019 Sim É fã do dirtypenpals mas tem sempre pena que não possa escrever na sua língua? Quer descrever as suas fantasias mais loucas em português? Porque não escreve uma história e convida um utilizador a lhe escrever?
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2019.12.08 22:30 tiana_culasso libro sobre guerra y amor

bueno, la portada del libro si mal no recuerdo es la de una chica creo que con botas, rubia y con anteojos de sol sentada en un banco, y de fondo estan los edificios de creo que nueva york. el color que mas predomina es el lila. el libro abarca varias jergas y frases en aleman creo, y es muy importante porque la historia trata sobre la guerra aunque no recuerdo si es algo relacionado a los nazis. la historia empieza con un padre y una madre que acompañan a sus dos hijas a la estacion de tren, a despedirlas, ya que se mudan para buscar un trabajo. el padre les dice que se cuiden, que no se distraigan y consejos relacionados a que no se olviden el motivo de su viaje: solamente el de encontrar empleo. suben y llegan a la ciudad. repito, creo que es en alemania o alguna ciudad europea. cabe destacar que esta historia esta ambientada mas o menos en 1940, y de ahi en adelante. en fin, estas dos hermanas, se alojan en una especie de hotel con otras chicas que estan en la misma situacion que ellas, buscar trabajo. a pesar de que las instalaciones no son malas, la mujer que cuida de el y que les cobra la renta es muy estructurada en cuanto a los horarios y el comportamiento politicamente correcto. las chicas encuentran dificil adaptarse ya que tienen que comenzar a cocinarse por ellas mismas, lavar su propia ropa (independizarse, basicamente). la historia es bastante seria pero le agrega toques graciosos como para aliviar la tension, como cuando las dos hermanas salen a un supermercado a comprar los ingredientes para una salsa de un almuerzo, y como no saben todavia hablar correctamente el idioma, la cajera termina vendiendoles comida de perro, y ellas al no darse cuenta, lo cocinan y se lo comen, donde se percatan que no era lo que le habian pedido. una de las hermanas era mas suelta que la otra, y es la que termina enamorandose de un soldado o un militar. arreglan varias citas y se encuentran cada vez mas a menudo. tenian varios sitios especiales donde tambien los acompañaban su hermana y un amigo del soldado, que tambien era militar o algo por el estilo. la historia trata de hacer entender que la hermana mas liberal siempre buscaba la manera de verlo, ya que la cuidadora donde se alojaba era super estricta. en una de las citas, el la lleva a un motel donde tienen sexo. despues no recuerdo muy bien que es lo que sucede, creo que el tiene que ir a la guerra y deciden cortar toda relacion, pero ella esta embarazada, pero ninguno de los dos lo sabe. aca, la historia se detiene y empieza la segunda parte, donde se cuenta toda la historia de la chica que nacio de ese embarazo (ya no se sabe mas nada de la hermana de la mujer que estaba embarazada). la historia ya es mas moderna y muestra a esta chica como alguien indepediente y ambiciosa en su trabajo como periodista de una revista muy famosa de la zona, creo que de nueva york. ella constantemente compite con una compañera de trabajo para lograr aumentos, publicaciones, prestigio, etc, y mas ahora que habra un gran premio para la que redacte la mejor historia para cerrar el año. ella vive con su madre, pero nunca conocio a su padre, pero sabe toda la historia. en fin, la historia empieza a tornarse interesante cuando se repite la misma secuencia que con su madre; se enamora de un soldado. la madre, cuando se entera de todo esto, se muestra renuente a que se siga viendo por miedo a que le pase lo mismo que a ella. ella tambien tiene ese temor, pero su deseo es mas fuerte. al principio ella se niega pero despues cada vez la relacion se hace mas fuerte. cabe destacar que hay un momento de la historia en que ella debe partir hacia otra ciudad a hacer un reportaje del tema sobre la historia para cerrar el año, donde la va a acompañar su colega y tambien mejor amiga, una chica lesbiana que tambien se engancha con una amiga del soldado-novio de su mejor amiga. ella es la encargada de la fotografia. ella vuelve y ya tiene como su boceto o borrador de lo que va a redactar, solo basta editarlo, imprimirlo y entregarlo, pero termina optando por escribir sobre la historia de su madre, ya que considera que es mas interesante. en una ocasion, donde ella estaba desayunando con el soldado, le confiesa toda la historia de su padre. el, al ser soldado, tiene un privilegio de saber toda la informacion sobre cierto soldado con solo tener su nombre y apellido. ella al principio se niega a saber si esta vivo o muerto, porque si estaba vivo, significaba que el no las habia buscado, y si estaba muerto, bueno, estaba muerto. se iba a sentir mal pero aun mas su madre, pero al final accede. descubre que esta vivo, pero que perdio una o dos piernas, no recuerdo, y que vive en una granja o especie de campo, con alguien que lo cuida, no recuerdo si es un familiar o no. ella le cuenta toda esta situacion a su madre y deciden buscarlo, ya que le quieren dar el beneficio de la duda, porque creen que no las busco por vergüenza al haber quedado discapacitado. el al final las reconoce y todo termina en una gran celebracion, donde se celebran principalmente tres cosas: que la familia (la madre, el padre y ella) se hayan reconciliado, la propuesta de matrimonio del soldado a ella y que ella y su mejor amiga ganaron el concurso de la mejor historia para cerrar el año.
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2019.11.29 11:03 alforo_ “El origen de muchos problemas del periodismo está en las estructuras económicas”

Se ha consumado el golpe más artero y nefasto de la historia”, denunció en su cuenta de Twitter el presidente del Estado Plurinacional de Bolivia, Evo Morales, el 12 de noviembre. Cuatro días después informó en las redes sociales del Decreto Supremo 4078 firmado por Jeanine Áñez, autoproclamada presidenta golpista del país, que eximía de responsabilidad penal a las fuerzas armadas en la represión; “es una carta blanca de impunidad para masacrar al pueblo”, señaló el líder indígena, que también denunció los crímenes de la “dictadura inconstitucional”: 33 muertos, 804 heridos y 1.511 detenidos según la Defensoría del Pueblo.
El periodista Pascual Serrano recogió en un artículo, publicado en eldiario.es, ejemplos de cómo los medios informativos del estado español evitaron la expresión “golpe de Estado”. Así, según El País, “El Ejército obliga a Evo Morales a renunciar como presidente de Bolivia” (11 de noviembre) y, al día siguiente, también en El País, “La violencia sobrecoge a Bolivia. Los militares salen a la calle con la policía para ‘evitar sangre y luto’ (…)”; en El Mundo, “Evo Morales, el indígena que sucumbió a las mieles del poder” (11 de noviembre); y en el diario monárquico ABC, la crónica empezó con un concluyente “Evo Morales tiró la toalla”. Además según el reportero y columnista de The New York Times, Max Fisher, “la crisis en Bolivia ilustra la difusa línea entre golpe de estado y revuelta”, interpretación que difundieron otros analistas.
Son muestras que tal vez encajen en el último ensayo de Pascual Serrano (Valencia, 1964) Paren las rotativas. Una pausa para ver dónde está y adónde va el periodismo, editado por Akal. El autor, que escribe artículos regularmente en eldiario.es, Mundo Obrero y Cuarto Poder, y es miembro del consejo editorial de la revista El Jueves, defiende las tesis que ha expuesto en publicaciones y conferencias. “Tanto el origen como la solución a muchos de los problemas del periodismo se encuentran en las estructuras económicas, y sin actuar sobre ellas, conformándonos con meras aspiraciones de gestión política, poco se podrá hacer”, afirma; y concluye el libro con las palabras que la fuente secreta del caso Watergate le trasladó al periodista Bob Woodward: “Sigan la pista del dinero”.
En un mundo hiperconectado, sobresaturado de información, dominado por la imagen y “pantallas invasoras” (la Asociación de Investigación Para los Medios de Comunicación señala que un tercio de las personas que acceden a Internet a través del teléfono móvil lo hace “casi constantemente”), Pascual Serrano reivindica el valor de los libros y la palabra escrita: la necesidad de profundidad, espacio y tiempo. En ocasiones, añade el escritor, “recurrir a la fuente de una red social para informarnos es como si hace diez años un periodista escribiese ‘oí en un bar’”. Traficantes de Información (2012), Contra la neutralidad (2011) o Desinformación. Cómo los medios ocultan el mundo (2009) son algunos de sus libros.
De modo irónico, el periodista titula uno de los apartados del libro “Peligro, rusos”. Hace referencia a informaciones de El País como “La trama rusa empleó redes chavistas para agravar la crisis catalana” (noviembre de 2017), en las que se cita al canal RT y la agencia Sputnik; o por las mismas fechas, en ABC: “La actividad de centros de intoxicación de las redes sociales desde Rusia o Venezuela ha sido probada fehacientemente” en Cataluña, el referéndum del Brexit o las elecciones presidenciales francesas de 2017. También el Centro de Excelencia de Comunicaciones Estratégicas de la OTAN pidió al estado español “que se proteja de la injerencia rusa”, informó el exdirector adjunto de El País, David Alandete, autor del libro Fake news: la nueva arma de destrucción masiva (2019). En diciembre de 2018 la Comisión Europea aprobó un Plan de Acción contra la Desinformación, que establecía, para la “mejora de la detección” de fake news, un aumento presupuestario de 1,9 millones de euros en 2018 a 5 millones en 2019 (en octubre de 2018 empresas como Facebook, Google y Twitter firmaron el Código de Buenas Prácticas de la UE contra la Desinformación).
¿Dónde puede seguirse el rastro de las informaciones falsas? Pascual Serrano recuerda que en una entrevista en el canal de televisión MSNBC, en febrero de 2017, la asesora del presidente Trump, Kellyanne Conway, mencionó una supuesta “masacre” en la ciudad estadounidense de Bowling Green (Kentucky), que nunca ocurrió y cuya autoría intelectual atribuyó a dos ciudadanos iraquíes (la consejera realizó las declaraciones en el contexto del veto migratorio aprobado por Trump, que afectaba a siete países de mayoría musulmana). Para justificar esta prohibición, en febrero de 2017 Donald Trump también se inventó –durante un mitin en Florida- un ataque terrorista supuestamente perpetrado en Suecia.
En enero de 2013, El País publicó en la portada una fotografía falsa del expresidente de Venezuela, Hugo Chávez, presuntamente enfermo y entubado en un hospital. “¿Acaso los presidentes más poderosos del mundo y todos los grandes medios no nos engañaron cuando nos contaron que, en Iraq, había armas de destrucción masiva”, se pregunta el autor de Paren las rotativas.
Los ejemplos conectan con otro apartado del libro, “Intoxicados por las fuentes oficiales”; Pascual Serrano apunta que, en abril de 2014, el ministro de Asuntos Exteriores español, José Manuel García-Margallo, del PP, informó que España suspendía las exportaciones de material antidisturbios a Venezuela; el anuncio, recogido por la Agencia Efe, fue difundido por medios como El Universal de México, La Vanguardia, Caracol Radio de Colombia, COPE o La Nación de Argentina; al día siguiente el gobierno de Venezuela aclaró, en un comunicado, que las fuerzas de seguridad de este país “no poseen ningún contrato vigente” de suministro de equipos antidisturbios con el Gobierno de España o las empresas españolas; se dio la circunstancia que agencias como Efey medios como La Vanguardia se hicieron eco del desmentido, “pero millones de personas de todo el mundo se quedarían con la primera versión”, concluye el escritor y analista.
En el verano de 2013, el Ministerio del Interior español emitió un comunicado, con fotografías y un vídeo adjunto, que hacía referencia a la llegada en una patera -a la costa de Melilla- de 15 migrantes subsaharianos, tres de ellos menores. “Las mujeres amenazaron con arrojar a los niños al agua” si se acercaba la guardia civil o “interceptaba” la embarcación, según Interior. La versión oficial añadía que, para frenar la acción de los guardias, los (hombres) migrantes amenazaron con prender fuego a la patera. ABC y El País, entre otros medios, reprodujeron el contenido de la nota oficial. Pascual Serrano recoge el análisis de la noticia en eldiario.es, que rebate la tesis de Interior: el vídeo difundido como presunta prueba de los hechos no demostraba ninguna de las acusaciones y, además, se omitía que uno de los agentes rocío la patera con un extintor.
Corren “malos tiempos para la libertad de expresión”, subraya el ensayista, que en 2016 publicó con Juan García Moya el libro Los gobiernos españoles contra las libertades. Pascual Serrano explica en el libro el caso de los fotoperiodistas Raúl Capín, colaborador de Mundo Obrero, y Adolfo Luján, detenidos en mayo de 2013. Su detención muestra “la represión de las autoridades españolas y su desesperación ante la difusión de documentos que muestran la violencia contra manifestantes”, explica; pero también que la captura policial fue “clamorosamente ignorada por los medios comerciales”; el director y el subdirector de la revista El Jueves fueron juzgados por un presunto delito de injurias en 2018, tras publicar el siguiente chiste en la portada: “La continua presencia de antidisturbios acaba con las reservas de cocaína en Cataluña” (la causa fue finalmente archivada en mayo de 2019).
Pascual Serrano señala el procesamiento del actor Willy Toledo por un presunto delito de ofensa a los sentimientos religiosos (septiembre de 2018); y recuerda que la Audiencia Nacional condenó tanto a la tuitera Cassandra Vera -a un año de prisión- por los comentarios en las redes sociales sobre la muerte de Carrero Blanco (el Tribunal Supremo la absolvió en marzo de 2018); como al rapero Pablo Hásel, por enaltecimiento del terrorismo e injurias y calumnias contra la corona y las instituciones del Estado (dos años de prisión y 24.300 euros de multa, rebajada a nueve meses por la Audiencia Nacional en septiembre de 2018). En este contexto de restricción de libertades, el periodista concluye con una idea central: “Es responsabilidad de los poderes públicos
http://www.rebelion.org/noticia.php?id=262895&titular=%93el-origen-de-muchos-problemas-del-periodismo-est%E1-en-las-estructuras-econ%F3micas%94-
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2019.10.07 15:56 bujiastorch Frase Bujías Torch, hoy de San Aguntín de Hipona

Frase Bujías Torch, hoy de San Aguntín de Hipona

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Amigos, clientes y personal de ALAS Corp, C.A. tengan todos un #FelizLunes.
Hoy amigos, se celebra la Fiesta patronal en honor de Nuestra Señora del Rosario.
Nuestra Señora del Rosario o Virgen del Rosario es una advocación de María venerada por la Iglesia católica, que celebra el 7 de octubre la fiesta de la Bienaventurada Virgen María del Santísimo Rosario. Es Patrona de la Orden de Predicadores, de la Unidad Militar de Emergencias (UME), de la República de Colombia, Guatemala & Ecuador.
Hoy nos gustaría compartir una frase de uno de los primeros teólogos cristianos así como filósofo, cuyos escritos influyeron en el desarrollo del cristianismo y la filosofía occidental, San Agustín.
«La fe es creer lo que no ves; la recompensa de esta fe es ver lo que crees.» – San Agustín
#BujiasTorch #Citas #Frases #SanAgustín #VirgenDelRosario #Venezuela #Latinoamérica
https://www.instagram.com/bujiastorch
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2019.08.06 00:43 ClackTimeran Notas sobre la conferencia de Jesús Huerta de Soto: "Anarquía, Dios y el Papa Francisco"

Luego de ver el video de Jesús Huerta de Soto posteado en esta comunidad: "Anarquía, Dios y el Papa Francisco" (https://www.youtube.com/watch?v=a_qOPCjOxfQ&feature=youtu.be&t=1555), me he visto obligado a redactar un breve post acerca de los argumentos que él utiliza para definir a Dios como “libertario”. Traté de explicarme de la manera más concisa posible, si hay alguna duda, o alguien tiene alguna pregunta, no duden en comentar. Son un total de 17 “notas”:
Nota 1:
https://youtu.be/a_qOPCjOxfQ?t=182
“… en lo que a comunismo y marxismo cultural se refiere, todavía impera por doquier, incluso en amplios ámbitos de la Iglesia Católica.”
Ataque a la Iglesia sin fundamentos. La realidad es que Ella siempre fue la primera en denunciar las ideologías materialistas, como el socialismo, tanto económicamente, como su rama socio-política. Véase las encíclicas, Qui Pluribus (1846), Noscitis et Nobiscum (1849), Divini Redemptoris (1937), Ad Apostolorum Principis (1958), Ecclesiam Suam (1964), además de las encíclicas contenidas dentro de la Doctrina Social de la Iglesia, las cuales los Papas se encargaron de redactar ininterrumpidamente desde Rerum Novarum, de León XIII (1891).
Si bien hubo un intento de aproximación entre el marxismo y el Catolicismo con la llamada “Teología de la Liberación”, especialmente presente en América Latina, ésta fue proclamada como contraria a la Doctrina; un producto de una mala teología.
Nota 2:
https://youtu.be/a_qOPCjOxfQ?t=436
“Les deja la libertad de que revelen contra Él… el ser humano en este sentido es más afortunado que los ángeles caídos…”
La Tradición católica en este tema enseña que los seres humanos, mientras estemos con vida, estamos en un período de prueba, en el cual debemos elegir entre seguirlo a Él o alejarnos, entre cumplir sus mandatos o transgredirlos; mientras estemos en la prueba, tendremos oportunidad de arrepentirnos y pedir perdón en el Sacramento de la Confesión, una vez que muramos, ya no hay lugar para arrepentimiento, pasaremos la eternidad en Su presencia o alejados de Él. Lo mismo sucedió con los ángeles; una vez creados tuvieron su prueba, tuvieron tiempo de conocerlo y de serles fiel, muchos transgredieron los mandatos, y muchos que se arrepintieron fueron perdonados, pero una vez finalizada la prueba, cada uno, al igual que el hombre, quedó incapacitado de arrepentirse (no por imposición de Dios, sino por propia voluntad), en ese momento quedaron excluidos de la presencia de Dios; son los llamados “ángeles caídos”.
Para más información: Summa Daemoniaca (https://www.aciprensa.com/fortea/download.php?book=3&token=45.7.208.175d436be2cf4658.76285223)
Nota 3:
https://youtu.be/a_qOPCjOxfQ?t=490
“Dios deja hacer, deja pasar, el mundo va por si solo”
Si bien es cierto que el universo evoluciona según las leyes físicas establecidas y el hombre es libre de hacer lo que quiera, basándonos en la Biblia, la Tradición y en los supuestos milagros a lo largo del tiempo, Él interviene de forma directa en la Historia y en el cosmos. Sin ir más lejos, un milagro se define como «un hecho producido por una intervención especial de Dios, que escapa al orden de las causas naturales por El establecidas y destinado a un fin espiritual».
Esto establece dos cosas:
1.- Las leyes naturales pueden ser suspendidas o modificadas a voluntad de Dios; la materia al no tener libre albedrio debe “obedecerle”.
2.- Estando destinados a un fin espiritual y, siendo el hombre el único ser material con espíritu, los milagros están dirigidos al hombre. Las razones pueden ser varias, como llevar a la conversión, revelar alguna verdad, etc.; el hombre al tener libre albedrio tiene la libertad de recibir la Gracia otorgada, o bien rechazarla, sabiendo las consecuencias que recaen sobre él al hacerlo.
Por lo tanto, si para definir a un dios como libertario, hay que hacerlo como uno que no interviene en el universo, en la historia y en la vida de cada hombre, sin lugar a dudas no es el Dios abrahámico.
Nota 4:
https://youtu.be/a_qOPCjOxfQ?t=667
Evangelio según san Lucas 9, 51-56
En este caso se está obviando las palabras de Jesús: “Pero volviéndose, les reprendió y dijo: No sabéis de qué espíritu sois. Porque el Hijo del Hombre no ha venido a perder a los hombres, sino a salvarlos.” Claramente se ve que Jesús se molestó con la propuesta de sus discípulos. Si Dios es infinitamente justo, estaría faltando a la justicia si permitiese un castigo tan grande para una ofensa tan pequeña. Ésta es la justicia divina, por lo tanto, la justicia de Jesús, justicia que pudo practicar mientras estuvo predicando; ahora bien, ¿quién se encarga repartir justicia en la Tierra? Romanos 13:1-4: “Sométase toda persona a las autoridades que gobiernan; porque no hay autoridad sino de Dios, y las que existen, por Dios son constituidas. Por consiguiente, el que resiste a la autoridad, a lo ordenado por Dios se ha opuesto; y los que se han opuesto, sobre sí recibirán condenación. Porque los gobernantes no son motivo de temor para los de buena conducta, sino para el que hace el mal. ¿Deseas, pues, no temer a la autoridad? Haz lo bueno y tendrás elogios de ella, pues es para ti un ministro de Dios para bien. Pero si haces lo malo, teme; porque no en vano lleva la espada, pues ministro es de Dios, un vengador que castiga al que practica lo malo.” Esto no tiene nada de libertario.
Ahora, si se siguen leyendo los versículos san Lucas 9:57-62, se puede extraer lo siguiente: “Cristo mismo le dice: "Sígueme", pidiéndole un corte radical con los vínculos familiares. Estas exigencias pueden parecer demasiado duras, pero en realidad expresan la novedad y la prioridad absoluta del reino de Dios, que se hace presente en la Persona misma de Jesucristo. En última instancia, se trata de la radicalidad debida al Amor de Dios, al cual Jesús mismo es el primero en obedecer. Quien renuncia a todo, incluso a sí mismo, para seguir a Jesús, entra en una nueva dimensión de la libertad, que san Pablo define como "caminar según el Espíritu". "Para ser libres nos libertó Cristo" -escribe el Apóstol- y explica que esta nueva forma de libertad que Cristo nos consiguió, consiste en estar "los unos al servicio de los otros". Libertad y amor coinciden. Por el contrario, obedecer al propio egoísmo conduce a rivalidades y conflictos.”
Ahí la verdadera concepción de libertad cristiana. Véase CIC “La libertad del hombre” http://www.vatican.va/archive/catechism_sp/p3s1c1a3_sp.html
Nota 5:
https://youtu.be/a_qOPCjOxfQ?t=752
“Pero Jesús, sabiendo que iban a llevárselo para proclamarle rey, se retiró…”
En este caso, solo cabe comentar que Él no quiso ser proclamado rey en ese momento porque no era su tiempo. Más adelante este argumento se cae por sí solo, durante el interrogatorio de Pilato, en donde Jesús afirma ser el Rey de los judíos: Lucas 23:3 “Pilato entonces le preguntó, diciendo: ¿Eres tú el Rey de los judíos? Y Jesús respondiéndole, dijo: Tú lo dices.”
Nota 6:
https://youtu.be/a_qOPCjOxfQ?t=797
“Dad al Cesar lo que es del Cesar, […] y a Dios lo que es de Dios”
La pregunta que menciona que se le hace (“¿es lícito pagar tributo al César o no?”) tiene tres posibles respuestas:
1.- “Si”: se estaría aceptando una ocupación de una nación sobre otra, romana en territorio judío.
2.- “No”: sería visto como un acto de rebelión contra el estado y como enemigo del Cesar. Por lo cual, si en realidad Jesús estaría de acuerdo en que el estado es un mal para los hombres, en este caso tendría que haber optado por esta opción, por lo que se cae la hipótesis libertaria.
3.- “Dad al César lo que es del César, y a Dios lo que es de Dios”:
a.- “Dad al César lo que es del César”: Los políticos y el estado son instrumentos de Dios para la realización de sus designios, como lo muestra, por ejemplo, Isaías 45:1-6, Romanos 13:1. De esta manera no está negando la función de los mismos, sea cual fuere la forma que tomen.
b.- “Dad a Dios lo que es de Dios”: obedecer los mandatos de Dios, o como dice San Pedro “tenemos que obedecer a Dios antes que a los hombres”.
Las implicancias son demasiadas para explicarlas en este espacio, para más información léase la “Concepción Católica de la Política” de Julio Meinvielle.
Nota 7:
https://youtu.be/a_qOPCjOxfQ?t=837
“De hecho no pagó ningún impuesto”
Hace referencia a Mateo 17:24-27: “Cuando llegaron a Capernaúm, se acercaron a Pedro los que cobraban el impuesto de dos dracmas y dijeron: ¿No paga vuestro maestro las dos dracmas? Él dijo: Sí. Y cuando él llegó a casa, Jesús se le anticipó, diciendo: ¿Qué te parece, Simón? ¿De quiénes cobran tributos o impuestos los reyes de la tierra, de sus hijos o de los extraños? Y cuando respondió: De los extraños, Jesús le dijo: Entonces los hijos están exentos. Sin embargo, para que no los escandalicemos, ve al mar, echa el anzuelo, y toma el primer pez que salga; y cuando le abras la boca hallarás un estáter; tómalo y dáselo por ti y por mí.”
Si se lee con detenimiento, se darán cuenta de lo siguiente:
1.- Se está hablando del impuesto (o tributo) del Templo judío (establecido en tiempos de Moisés), no del impuesto a Roma.
2.- Luego Jesús, en su pregunta a Pedro, hace una analogía con el impuesto estatal: el rey no les cobra a sus hijos, por lo tanto, Jesús, hijo de Dios, no debe pagar el impuesto del Templo.
3.- Para demostrar que el vino a cumplir los mandatos de Dios, manda a Pedro a pagar el impuesto.
En cuanto al pago de impuestos estatales, en Romanos 13:6-7 dice: “Pues por esto también pagáis impuestos, porque los gobernantes son servidores de Dios, dedicados precisamente a esto. Pagad a todos lo que debáis: al que impuesto, impuesto; al que tributo, tributo; al que temor, temor; al que honor, honor.”
Nota 8:
https://youtu.be/a_qOPCjOxfQ?t=848
Toda esta conclusión fue demostrada falsa en los puntos anteriores.
Nota 9:
https://youtu.be/a_qOPCjOxfQ?t=924
Libro de Samuel: 1 Samuel 8
Se afirma lo siguiente: “Los reinos de este mundo surgen como un acto deliberado de rebelión del hombre contra el Reino de Dios”
Contexto histórico: los judíos estaban organizados en una “federación de tribus” formada por las doce tribus de Israel. Efectivamente, como nombra, no tenían un gobernante, ya que su Rey era Dios, pero cada una de estas tribus tenía un juez, el cual era el encargado de resolver disputas entre la población. En este período, Israel estaba en un círculo vicioso, cada vez que se alejaban de Dios, las consecuencias lo alcanzaban, mas, cuando se arrepentía, Éste les mandaba un juez que los libraba del enemigo y les enseñaba como volver a vivir de acuerdo a la Ley (Jueces 2:10-23). Además, como el texto lo indica, los jueces designados por Samuel se corrompieron, por lo que esta organización anárquica estaba por comenzar nuevamente en el circulo. En estos momentos, el pueblo judío estaba siendo amenazado por los filisteos, una nación organizada como una monarquía. Esto suponía una gran amenaza para las tribus de Israel, ya que, al carecer de unidad como una nación bajo el mando de un solo hombre, no podían organizar una defensa apropiada.
La solución del pueblo judío, alejado de Dios, para este problema: el pueblo pide que se les dé un rey humano que los gobierne como las demás naciones.
1.- “Rey humano”: el hecho de que pidan un rey humano no era malo, ya que Dios había previsto en Deuteronomio 17:14-2, que se les daría un rey que los gobierne.
2.- “Gobierne”: que los juzgue, salga delante de ellos y pelee sus guerras. Todos ellos esperaban esto de un rey, pero Dios ya cumplía estas funciones, por lo que se deduce que el pueblo ya no creía en Él.
3.- “Como las demás naciones”: he aquí el problema; los judíos rechazaban a Dios como su Rey, ya no confiaban en la promesa que le había hecho en Deuteronomio 28. Además, queriendo ser como las demás naciones, estaban contrariando a los planes de Dios, ya que Él los había apartado de los pueblos para que sean suyos (Levítico 20:26).
Al final, Dios respeta su decisión, aunque no les convenga. Él les da un rey según su pedido, Saul, quien los llevó a la guerra, ganando numerosas batallas, pero luego el poder lo envileció y finalmente los llevó a la derrota contra los filisteos. Luego de esto, se ungió como rey a David, un Rey según los deseos de Dios, de quien descendería Jesús.
De todo lo visto, queda claro que los problemas en la sociedad no están dados por la existencia del estado, ya que estos se dieron tanto en un estado de anarquía, como bajo una monarquía. Este problema excede al mismo; no depende de él, sino, que está en la desobediencia del mismo a los mandatos de Dios. Un estado es virtuoso siempre que se aferre al Derecho Natural, mas, cuando este no los defienda, se corrompe.
Ahora bien, como se detalla claramente en las advertencias de Samuel, una sociedad anárquica es mejor que una bajo el poder del estado, pero hay que advertir que esto es así, siempre y cuando la misma esté compuesta por individuos justos, buenos, obedientes de los mandatos de Dios; en otra palabra una sociedad compuesta por santos. Como esta no es posible en la realidad, debe haber una autoridad que ponga límites a los inicuos.
Nota 10:
https://youtu.be/a_qOPCjOxfQ?t=1122
“¿Quién es el maligno? […] ¿Cuál es el objetivo del maligno? Es destruir la obra de Dios.”
Si como se vio en los puntos anteriores, el estado fue constituido por Dios para llevar adelante sus designios, para impartir justicia, para llevar a la sociedad al bien común temporal, claramente el maligno buscará corromperlo o destruirlo. En otras palabras, un anarquista es instrumento del maligno.
Nota 11:
https://youtu.be/a_qOPCjOxfQ?t=1236
Mención a Lucas 4:6-7
Efectivamente, el demonio tenía el ejercicio del poder sobre la humanidad que había caído en pecado, pero Jesús al morir y resucitar nos libró del mismo, Juan 12:31 “Ya está aquí el juicio de este mundo; ahora el príncipe de este mundo será echado fuera”. Efesios 2:1-22; Colosenses 2:15; Hebreos 2:14; 1 Juan 3:8; 1 Juan 4:4.
Nota 12:
https://youtu.be/a_qOPCjOxfQ?t=1329
“el Estado es el verdadero anticristo”
El anticristo será un hombre. Posiblemente se esté confundiendo con la “bestia”, la cual, si es una ideología o una forma de poder político, una gran nación que lleva la guerra a los confines del mundo.
Nota 13:
https://youtu.be/a_qOPCjOxfQ?t=1456
Nuevamente, la concepción católica de la política prevé este caso. Todo gobierno es legítimo, siempre que se constituya y actúe de acuerdo al Derecho Natural.
Nota 14:
https://youtu.be/a_qOPCjOxfQ?t=1501
No pude encontrar esa referencia a Benedicto XVI. En cuanto al Concilio de Nicea del año 325, esa posición fue descartada por estudios de textos escritos por el emperador:
“Constantino convocó el Concilio de Nicea con la finalidad de fomentar la unidad y eliminar la herejía. Se sintió obligado a velar por las resoluciones dogmáticas y disciplinares, pero jamás aspiró a suplantar a los Obispos. La intervención imperial la entendía como meramente subsidiaria, puesto que la norma última en cuestiones doctrinales había de ser, como de hecho fue, las tradiciones y los cánones eclesiales y la asistencia del Espíritu Santo a los Obispos. Únicamente si los Obispos no conseguían hacer cumplir las decisiones conciliares, el Emperador estaba dispuesto a intervenir para aplicarlas; jamás para imponerlas él mismo.
Constantino no reclama para sí una supremacía sobre el concilio en cuestiones de fe; prerrogativa que, junto a otras, sí está dispuesto a reconocerle Eusebio, quien convierte al emperador en algo más que un guardián de la Iglesia, viendo en él la cúspide religiosa suprema del mundo visible.
El análisis de los documentos imperiales de 325 a 335 prueba, por tanto, de modo concluyente que el emperador no influyó en el Credo de Nicea. Pero, además, idéntica conclusión se deduce del estudio de la cristología de Constantino, que se deja entrever en alguna de sus cartas. El emperador carecía de la preparación teológica necesaria para dominar los problemas que se abordaron en Nicea. Su cristología es decididamente pre-nicena, como muy bien ha explicado Alois Grillmeier en su importante estudio “Cristo en la tradición cristiana”.” J. M. Sansterre.
Nota 15:
https://youtu.be/a_qOPCjOxfQ?t=1542
Leer “Concepción Católica de la política”. En cuanto a la relación iglesia-estado, seguramente se está confundiendo con las iglesias protestantes, las cuales, al separarse, pusieron como cabeza de las mismas a los reyes de cada una de sus regiones, dando origen a las iglesias-estado luteranas, anglicanas y calvinistas.
En cuanto a la Inquisición, claramente fue víctima de los mitos extendidos por los protestantes luego de la reforma. Hay que diferenciar dos Inquisiciones, la Católica y la protestante. Además, hay que tener en cuenta el contexto social de la época, en donde la herejía era rechazada de forma unánime por la sociedad. Más aún, la herejía era visto como un delito mayor que el asesinato, ya que esta mata el cuerpo, pero la segunda el alma. La inquisición Católica tenía como objetivo no solo juzgar si se estaba cometiendo una herejía, sino principalmente, proteger a los acusados de daños que pudieran sufrir del propio pueblo. Si el acusado era encontrado culpable de herejía, era llevado a las autoridades públicas para que determinaran la sentencia del mismo. En cuanto la inquisición protestante, al estar influenciada por el puritanismo, llegó a ser incomparablemente más intolerante hacia los que diferían de sus creencias. Si tomamos los números de sentencias a la hoguera, se ve claramente lo enunciado: Un total aproximado de 75.600 condenados, contra 89. Peters, Edward, Inquisition, University of California Press, 1989.
Las cruzadas fueron una respuesta de las naciones cristianas al rápido avance de las fuerzas musulmanas que estaban atacando las puertas de Europa. La primera fue respuesta a la toma y masacre de la población de la actual Estambul; viendo esto, y la posibilidad de que continúen conquistando territorios cristianos, sumados al poderío militar y tecnológico que los musulmanes poseían, el Papa Urbano II llamó a los fieles cristianos a recuperar el territorio perdido y retomar el control sobre Tierra Santa. Cabe mencionar que, a diferencia de los musulmanes, los peregrinos no tenían órdenes de atacar ciudades que no se resistiesen a su paso, ni masacrar a los ciudadanos que se rindan luego de su eventual toma.
Nota 16:
https://youtu.be/a_qOPCjOxfQ?t=1555
Solo debo corregir que la “iglesia” de la que habla son las “iglesias-estados” fruto de la Reforma. La Iglesia Católica, en cuanto a Doctrina y continuidad histórica, está protegida del maligno (Mateo 16:18).
Nota 17:
https://youtu.be/a_qOPCjOxfQ?t=1925
Toda esta conclusión fue demostrada falsa en los puntos anteriores.
Consideración final:
Claramente Jesús Huerta de Soto está haciendo uso de la herramienta más preciada de los protestantes: sacar textos bíblicos de contexto y utilizarlos para defender su postura, obviando cualquier cita que la contradiga.
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2019.07.31 15:12 bujiastorch Frase Bujías Torch, hoy del clérigo y pacifista sudafricano Desmond Tutu

Frase Bujías Torch, hoy del clérigo y pacifista sudafricano Desmond Tutu

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Tengan un #FelizMiércoles estimados amigos.
El 31 de julio de 1914 revienta Zumaque I Primer pozo petrolero en Venezuela está ubicado al pie del Cerro La Estrella en el sector que se conocerá como el Campo Mene Grande del estado Zulia.
En 1891 el Territorio Federal Yuruari es disuelto y reintegrado al Estado Bolívar.
Hoy se celebra la Festividad de San Ignacio de Loyola. Quien fue militar y luego religioso español, surgido como un líder religioso durante la Contrarreforma.
E iniciamos el día con una frase del frase del clérigo y pacifista sudafricano que adquirió fama internacional durante la década de 1980 a causa de su lucha contra el Apartheid, Desmond Tutu.
"Si eres neutral en situaciones de injusticia, has elegido el lado del opresor".
#BujiasTorcg #Frases #Citas #DesmondTutu #ZumaqueI #Yuruari #SanIgnacioDeLoyola #Venezuela
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2019.07.31 14:30 HDfueltech Citas HD Fueltech, hoy del divulgador científico Eduard Punset

Citas HD Fueltech, hoy del divulgador científico Eduard Punset

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Amigos, clientes, empleados, tengan un #FelizMiércoles.
Datos curioso: Un día como hoy de 1908: se firma el contrato para la construcción en los astilleros de Belfast de los transatlánticos Titanic, Olympic y un tercero llamado Britannic, que se agregará luego. El coste total solamente del Titanic fue de 7,5 millones de dólares estadounidenses de la época.
El 31 de julio de 1556, fallece San Ignacio de Loyola, religioso y militar español.
En 1944, de un día como hoy, fallece Antoine de Saint-Exupéry, aviador y escritor francés. Su obra más leída, "El Principito".
E iniciamos el día con una frase del divulgador científico español más famoso de todos los tiempos, Eduard Punset.
"Si el amor parte de un instinto de lucha contra la soledad, el más anciano es el que más amor necesita."
#HDfueltech #Frases #Citas #EduardPunset #Titanic #AntoineDeSaintExupéry #SanIgnacioDeLoyola #Colombia
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2019.07.24 17:21 bujiastorch Cita Bujías Torch. Hoy del dramaturgo, escritor y filósofo de origen argelino, Albert Camus

Cita Bujías Torch. Hoy del dramaturgo, escritor y filósofo de origen argelino, Albert Camus

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¡Feliz Feriado amigos!

El día de hoy se conmemora el natalicio del Libertador Simón Bolívar. Simón José Antonio de la Santísima Trinidad Bolívar Palacios y Blanco nació en Caracas, Venezuela, el 24 de julio de 1783. Fue un militar y político de la época pre-republicana de la Capitanía General de Venezuela, fundador de la Gran Colombia y una de las figuras más destacadas de la emancipación americana frente al Imperio español.

De igual forma, un día como hoy nace Alejandro Dumas (padre), novelista y dramaturgo francés. Autor de conocidas obras como «Los tres mosqueteros» o «El conde de Montecristo». Y también se conmemora el natalicio de Amelia Earhart, aviadora y aventurera estadounidense, primera mujer en cruzar en solitario el Atlántico y ferviente defensora de los derechos de la mujer. Desapareció en un vuelo en 1937.

Y hoy compartimos una frase del periodista, dramaturgo, escritor y filósofo de origen argelino, Albert Camus
"No ser amado es una simple desventura. La verdadera desgracia es no saber amar."

#BujiasTorch #SimónBolívar #AlbertCamus #AlejandroDumas #AmeliaEarhart #Citas #Frases #Valencia #Carabobo #Venezuela

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2019.07.24 15:23 HDfueltech Cita HD Fueltech. Hoy del autor, Franz Kafka

Cita HD Fueltech. Hoy del autor, Franz Kafka

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Feliz #24Jul amigos.

Hoy se celebra en nuestro país el Día de la Armada Colombiana. El 24 de Julio se conmemora el día de la Armada en recuerdo de la victoria obtenida en la batalla de Maracaibo en 1823, cuando la Fuerza Naval Patriota liderada por el general José Padilla derrotó a la armada realista.

Hoy también se conmemora el natalicio de Simón Bolívar, militar y político venezolano, fundador de las repúblicas de la Gran Colombia y Bolivia.

Compartimos una cita del celebre autor checoslovaco, Franz Kafka.

"Un libro debe ser el hacha que rompa el mar helado que hay dentro de nosotros."

#Hdfueltech #Frases #Quotes #Citas #SimónBolívar #DíaDeLaArmadaColombiana #FranzKafka #Bogotá #Colombia #Latinoamérica

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2019.07.04 02:41 Yeahboi999 ¿Qué tan posible es servir en el ejército español como joven venezolano?

Buenas noches amigos, la verdad es que llevo meses investigando respecto al tema, y hay muchas contradicciones sobre lo que encontré.
Empezaré diciendo que tengo 18 años, cumplo 19 dentro de dos semanas, realmente. Siempre me ha interesado poder tener instrucción militar como experiencia, pero debido a que en Venezuela las fuerzas armadas son nada más que un instrumento político de represión y corrupción, deseché la idea rápidamente. Sin embargo, investigando sobre la Legión Extranjera Francesa (tampoco es una opción), me di cuenta de que entrar al Ejército Español es, de hecho, una opción posible al estos aceptar a candidatos cuya nacionalidad corresponda a ex-colonias españolas (iberoamericanos).

La cosa es que uno de los requisitos para entrar al ejército es el siguiente:

> Debes tener en vigor la tarjeta de residencia temporal o permanente en España, como mínimo, hasta la fecha prevista para tu incorporación al Centro Docente Militar de Formación correspondiente. Según lo que he investigado, solicitar una visa de residencia temporal para España, siendo un carajito sin título, dinero o nacionalidad europea, es una completa pérdida de tiempo (los requisitos incluyen poseer un seguro que cubra treinta mil euros y proveer una cuenta con treinta mil euros propios).
Como para entrar al ejército necesito el permiso de residencia, supuse que solicitar el asilo podría ser viable. Ahora bien, aquí es donde viene la confusión.
Algunos me dicen que es tan sencillo como ir como turista con una carta de invitación (un cuñado mío está dispuesto a ayudarme ya que somos muy cercanos) y una vez adentro solicitar el asilo por razones humanitarias y una cita a Accem, para que en unos meses te den tu residencia y el permiso de trabajo, además de apoyo económico para comida y alojamiento (aunque, de nuevo, tengo un familiar en España que podría ayudarme con eso).
Otros dicen que es completa y sencillamente imposible solicitar el asilo, que y que están negando un 70% de las solicitudes a los venezolanos, que ni siquiera están aceptando las apelaciones, que están deportando a lo loco.
Amigos, de verdad agradecería cualquier apoyo que pudieran darme respecto al tema pues si logro conseguir el permiso de residencia y entrar al ejército, podría apoyar a mi familia y eventualmente darles una mejor vida (la cual al final del día es mi principal motivación sobre todo este asunto).
TL/DR: Quiero entrar al ejército de españa pero no sé si conseguir el permiso de residencia al pedir asilo es todavía posible
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2019.07.03 05:02 SugattFleugg Alemania pierde dos Eurofighters y un helicóptero en una semana de accidentes

Alemania pierde dos Eurofighters y un helicóptero en una semana de accidentes
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Una semana accidentada en la Luftwaffe deja destruídos dos cazas, un helicóptero y un piloto muerto


Apenas una semana después de que dos eurocazas alemanes se estrellasen en el aire y cayesen a tierra envueltos en llamas, en un accidente en el que murió uno de los pilotos, hoy se ha estrellado un helicóptero, también del ejército alemán, cerca de la localidad de Hamelin, causando la muerte de al menos uno de sus ocupantes.

El accidente se producía hacia las dos de la tarde y el aparato era un helicóptero de entrenamiento, según ha precisado el Ministerio de Defensa, que todavía está investigando las causas del siniestro. El helicóptero, según medios alemanes, pertenecía al centro de entrenamiento situado en Bückeburg, Baja Sajonia, y era del modelo Eurocopter 135, un helicóptero ligero, bimotor y multiusos fabricado por el consorcio europeo Airbus, que se utiliza principalmente para tareas de rescate y vigilancia aérea y que ha quedado totalmente destruido por las llamas sobre un campo de cultivo de Aerzen. La ministra de Defensa, Ursula von der Leyen, y el inspector general del ejército, el teniente general Jörg Vollmer, han visitado personalmente la zona en que ha tenido lugar el accidente a primera hora de la tarde.
Además de los aviones y helicópteros de maniobras, varias de las aeronaves que utiliza el Gobierno alemán en sus desplazamientos han sufrido problemas últimamente. El pasado mes de noviembre, la Fuerza Aérea de Alemania confirmó, incluso, que el avión de la canciller Angela Merkel tuvo que aterrizar con carácter de emergencia en Colonia, cuando se dirigía a la cumbre del G-20 celebrada en Buenos Aires. La canciller llegó con retraso a la cita y faltó a varias reuniones por culpa de un problema eléctrico y otro de comunicación en su aeronave, el 'Konrad Adenauer', un Airbus modelo 340-300.


Eurocopter EC-135
Aparentemente, el Ejército alemán acusa un cuestionable estado de revista vinculado al limitado gasto en medios militares de los sucesivos gobiernos. En esta legislatura, concretamente, ha vuelto a decretarse un recorte de 2.500 millones de euros en los planes presupuestarios para 2020.
El ministro de Hacienda alemán, el socialdemócrata Olaf Scholz, no solamente no ha dado su visto bueno al aumento en 4.000 millones que pedía Von der Leyen, sino que lo ha dejado en unos 44.700 millones.

«Pocos aviones del Ejército alemán vuelan de verdad, algo que también pasa con los helicópteros, como tampoco podemos usar los submarinos», asegura en declaraciones a Der Spiegel Olaf Boehnke, asesor alemán sénior en la consultora Rasmussen Global, compañía fundada por Anders Fogh Rasmussen, quien fuera secretario general de la OTAN entre 2009 y 2014, que se queja de que en las misiones internacionales en Afganistán, en Mali o en Somalia, cuando algo se estropea, hay problemas para encontrar piezas de repuesto.


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https://www.abc.es/internacional/abci-llamas-otro-helicoptero-aleman-dias-despues-accidente-cazas-201907012000\noticia.html)
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2019.07.03 04:36 SugattFleugg Un incendio en un submarino ruso deja 14 fallecidos

Un incendio en un submarino ruso deja 14 fallecidos
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Accidente en un submarino ruso deja 14 muertos

El accidente se produjo en una nave destinada a la investigación del fondo marino. Las víctimas sufrieron una intoxicación de monóxido de carbono, según señaló el Ministerio de Defensa.

Catorce personas murieron en un incendio ocurrido el pasado lunes dentro de un submarino ruso de investigación científica, informó este martes el ministerio de Defensa de ese país.
Las víctimas fallecieron por los gases tóxicos provocados por el fuego. Ahora el submarino científico militar está en la base naval de Severomorsk (en el Ártico) y se inició una investigación. El Ministerio de Defensa no especifica el tipo de aparato de aguas profundas en el que ocurrió el incendio.

El incendio se produjo mientras se realizaban mediciones batimétricas en aguas territorales rusas, informó el ministerio sobre el siniestro a bordo de la nave, especialmente diseñada "para estudiar el fondo de los océanos".
El medio ruso RBK que cita una fuente militar asegura que en la embarcación iban 14 personas y que todas fallecieron, pero estos datos no fueron confirmados. El medio apunta que se trata de un "vehículo de descenso" del submarino nuclear AS-12, conocido como Losharik, con base en Severomorsk, donde se concentra la flota del norte de la armada de la Federación Rusa.

Lanzado en 2003, Losharik fue diseñado para investigación, rescate y operaciones militares especiales y puede albergar hasta 25 tripulantes. Es del mismo tipo que, según estados Unidos, Rusia usó para manipular cables submarinos, con el objetivo de interceptar o interrumpir comunicaciones.
"El 1 de julio, en aguas territoriales rusas se produjo un incendio en un aparato de investigación de aguas profundas de la armada rusa, diseñado para estudiar el espacio interior y el fondo de los océanos", dice la nota del Ministerio de Defensa, que afirma que el fuego se produjo durante las mediciones batimétricas. “El fuego se extinguió gracias a la labor valiente del equipo”, aseguró el ministerio, sin dar más detalles.

Este accidente recuerda a la tragedia del submarino a propulsión nuclear "Kursk", que se hundió con 118 hombres a bordo el 12 de agosto de 2000, cuando comenzaba el primer mandato de Vladimir Putin.


https://www.cronica.com.amundo/Mueren-14-personas-en-un-incendio-dentro-de-un-submarino-ruso-20190702-0024.html
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